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Resident Evil: Ninguém chamou este diretor! Ele mesmo implorou para criar o filme mais INUSITADO da franquia

  • junho 30, 2026
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Gente, vocês não vão acreditar! O universo de *Resident Evil* nos cinemas está prestes a ganhar um novo capítulo, e a história por trás de sua concepção é

Resident Evil: Ninguém chamou este diretor! Ele mesmo implorou para criar o filme mais INUSITADO da franquia

Gente, vocês não vão acreditar! O universo de *Resident Evil* nos cinemas está prestes a ganhar um novo capítulo, e a história por trás de sua concepção é tão inusitada quanto empolgante. Esqueçam as convenções de Hollywood, onde estúdios escalam diretores para grandes franquias. Desta vez, foi o cineasta Zach Cregger, a mente brilhante por trás dos aclamados *Noites Brutais* (2022) e do aguardado *A Hora do Mal* (2025), quem bateu na porta da Sony Pictures com uma proposta irrecusável. Como fã de carteirinha de *Resident Evil*, confesso que essa notícia me deixou com a pulga atrás da orelha de um jeito muito positivo: finalmente teremos alguém com paixão genuína no comando?

A Inversão de Papéis: Um Fã no Comando da Franquia

O que torna essa abordagem tão fascinante é a quebra de um padrão. Cregger não foi convidado; ele se ofereceu. Em entrevista à revista *Empire*, ele revelou: “Eles foram gentis o suficiente para me ouvir e me deixar desenvolver a ideia. É realmente um filme do Zach Cregger que por acaso é um filme de *Resident Evil*”. Para nós, que acompanhamos as adaptações cinematográficas da franquia – com seus altos e baixos, digamos assim –, ter um diretor que se autodenomina fã dos jogos da Capcom e que correu atrás para contar sua própria história dentro desse universo é um respiro de ar fresco. É a promessa de uma visão autoral, algo que muitas vezes se perde em grandes produções. É como se a voz dos jogadores finalmente ganhasse um megafone.

Sony Pictures / Divulgação

Bryan: O Anti-Herói que Desafia as Expectativas de Raccoon City

E se a origem do filme já é diferente, preparem-se para o protagonista. Cregger nos apresenta Bryan, interpretado por Austin Abrams, um personagem que foge completamente do estereótipo de herói de ação que esperamos em *Resident Evil*. O diretor o descreve como um “idiota” – não no sentido de ser estúpido, mas sim “completamente inepto para sobreviver”, sem nenhuma habilidade de combate. Isso é genial! Pensem bem: quantos de nós, meros mortais, nos veríamos em uma situação apocalíptica e teríamos as habilidades de um Chris Redfield ou Leon S. Kennedy? Bryan parece ser a personificação do jogador comum, do desavisado que se vê jogado no caos. A comparação de Cregger com Frodo indo para Mordor é perfeita: um indivíduo comum carregando um fardo que o levará ao coração do horror. Essa escolha promete uma identificação muito maior com o público e uma tensão palpável, já que a sobrevivência de Bryan não será garantida por superpoderes ou treinamento militar.

Imersão Total: A Promessa de uma Experiência “Jogável”

A ambição de Cregger vai além da narrativa: ele quer que o público sinta a mesma adrenalina de estar jogando *Resident Evil*. Para isso, ele planeja uma espécie de “plano sequência” contínuo, onde o caos se inicia rapidamente e não para até o final. “As coisas começam a acontecer por volta dos cinco minutos e basicamente permanece assim até o final. O que eu adoro nos jogos é que você vai de uma sequência de ação para outra. Cada local tem um desafio único”, explica ele. Essa ideia de um ritmo incessante, de um labirinto de perigos onde você está sempre correndo, me remete diretamente aos primeiros jogos da franquia, com seus corredores apertados e encontros inesperados. É uma promessa de imersão que pode revolucionar a forma como as adaptações de games são feitas, seguindo a tendência atual de filmes de terror que buscam prender o espectador em uma experiência visceral, quase sem fôlego.

Sony Pictures / Divulgação

O Elenco e a Missão: O Pesadelo Real Ganha Vida

Além de Austin Abrams, o elenco de *Resident Evil* conta com nomes como Zach Cherry, Kali Reis e Paul Walter Hauser. O roteiro, coescrito por Cregger e Shay Hatten, promete nos mergulhar na história de um médico mensageiro que, em uma noite de trabalho, se vê encurralado em um pesadelo real: uma cidade tomada por zumbis. Essa premissa, embora clássica, ganha novos contornos com a visão autoral e o protagonista improvável. A paixão de um diretor fã, somada a uma abordagem inovadora de ritmo e personagem, nos dá esperança de que esta nova incursão de *Resident Evil* nos cinemas será algo verdadeiramente especial. Marquem na agenda: o dia 17 de setembro está chegando, e mal posso esperar para ver como Bryan, nosso Frodo particular, vai se sair contra as hordas de mortos-vivos!

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