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Vingadores: A Saga Que DEVASTOU a Equipe nos Anos 90 e o que veio DEPOIS foi AINDA PIOR!

  • junho 13, 2026
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Ah, os Vingadores! Os Maiores Heróis da Terra, o pilar do Universo Marvel, a equipe que nos deu alguns dos momentos mais épicos do cinema e dos quadrinhos.

Vingadores: A Saga Que DEVASTOU a Equipe nos Anos 90 e o que veio DEPOIS foi AINDA PIOR!

Ah, os Vingadores! Os Maiores Heróis da Terra, o pilar do Universo Marvel, a equipe que nos deu alguns dos momentos mais épicos do cinema e dos quadrinhos. Eles reinaram absolutos nos anos 2010, culminando décadas de histórias incríveis. Mas, gente, nem sempre foi assim. Enquanto os X-Men e o Homem-Aranha vendiam milhões e ditavam a moda nos anos 90, nossos queridos Vingadores estavam… bem, em apuros. E o ponto mais baixo dessa jornada, uma mancha que a Marvel talvez prefira esquecer, foi uma saga que, para nós, fãs, ainda dá calafrios: “The Crossing”. Preparem-se, porque a história é mais bizarra do que parece.

O Auge dos X-Men e a Queda dos Vingadores: Um Contraste Doloroso

Os anos 60 lançaram as bases, os 70 viram a equipe expandir e ganhar força, e os 80 foram o auge da perfeição para os Vingadores. Mas a década de 90 chegou com uma vibe totalmente diferente. Enquanto a “Casa das Ideias” explodia com títulos mutantes e o Teioso, os Vingadores estavam lutando para encontrar seu lugar. Para quem acompanhava na época, como eu, era quase doloroso ver o contraste. Os X-Men, com seus uniformes “radicais” e sagas complexas, eram a febre, e os Vingadores pareciam… um pouco datados, para ser sincera.

Nesse cenário, entra em cena Bob Harras. Ele era o escritor dos Vingadores, mas também o editor dos X-Men e, mais tarde, se tornaria editor-chefe da Marvel. Ou seja, tirá-lo do cargo era quase impossível. Com o sucesso estrondoso das histórias de traição nos X-Men (lembra da caça ao “X-Traitor” que Bishop previu?), Harras teve uma ideia: e se o mesmo acontecesse com os Vingadores? O resultado foi “The Crossing”, um exemplo clássico da “encheção de linguiça” dos anos 90 que deveria ter afundado a equipe de vez.

“The Crossing”: A Tentativa Desesperada de Copiar o Sucesso Mutante

(Image Courtesy of Marvel Comics)

O conceito de um traidor entre os X-Men, que começou em *Uncanny X-Men #287* com a origem de Bishop e a profecia de um futuro sombrio, deixou os fãs em polvorosa. Harras viu o potencial e decidiu replicar a fórmula com os Vingadores, que já estavam em baixa. A equipe era vista como uma relíquia do passado, e os leitores dos anos 90 simplesmente não se importavam com suas aventuras. Não importava o que Harras tentasse. Capas com truques visuais davam um breve impulso nas vendas, mas a galera não ficava. Os membros ganharam novos uniformes “estilosos” dos anos 90 e uma dose cavalar de “extremo”, tentando emular o visual dos quadrinhos da Image Comics que estavam bombando na época. Mas nada funcionava.

A Marvel estava em crise de vendas com os Vingadores, e Harras, em um movimento de desespero, decidiu que a melhor coisa a fazer era copiar o sucesso dos X-Men com “The Crossing”. O problema é que, como todo fã sabe, nem toda receita funciona para todo mundo.

O Traidor Inesperado e a Solução Bizarra: Tony Stark Contra Tony Stark?

A premissa de “The Crossing” era sobre um traidor dentro dos Vingadores, atacando o grupo por dentro. A revelação foi chocante: o último que alguém esperaria – Iron Man. Sim, o próprio Tony Stark! A explicação? Kang, o Conquistador, havia voltado no tempo e reprogramado a mente de Tony, transformando-o em um agente adormecido.

A solução encontrada pelos Vingadores? Voltar no tempo e recrutar um Tony Stark adolescente para derrotar a versão mais velha e traidora. É de dar um nó na cabeça, né? Eles conseguiram, os planos de Kang foram frustrados, e o resultado foi um Tony Stark mais jovem e “rebootado” no presente, com a equipe cheia de mudanças de uniforme “extremas”. Parece algo saído de uma fanfic mal escrita, mas acreditem, aconteceu.

O Legado de Bob Harras e a Mancha Irreparável

Bob Harras nunca foi conhecido por ser um grande criador. Ele foi o editor responsável pela saída de Chris Claremont dos X-Men e pela ascensão de Jim Lee, Whilce Portacio e Rob Liefeld como escritores (que, convenhamos, eram artistas brilhantes, mas não escritores). Ele tomou decisões questionáveis que pioraram as coisas para a Marvel, e “The Crossing” foi o momento em que a maioria dos fãs percebeu o quão ruins os quadrinhos dos Vingadores haviam se tornado. Havia tantos problemas na história que parecia que ninguém realmente se importava. A tentativa descarada de copiar os X-Men e seus sucessos era tão óbvia que o fracasso não foi surpresa alguma. Os poucos fãs que se arriscaram a ler a saga a odiaram, e o título dos Vingadores se aproximou ainda mais do cancelamento, até que a Marvel decidiu fazer uma “Hail Mary” (aquelas jogadas de tudo ou nada).

Quando o Fundo do Poço Tinha um Subsolo: O Pós-“The Crossing” e “Heroes Reborn”

(Image Courtesy of Marvel Comics)

“The Crossing” foi a gota d’água para os quadrinhos dos Vingadores. As coisas estavam na corda bamba há anos, com os X-Men e o Homem-Aranha monopolizando a atenção, e “The Crossing” foi um momento de pânico editorial. Falando como alguém que viveu essa época, os Vingadores eram uma não-entidade para a maioria dos fãs. Lembro-me de ver a capa cromada de *Avengers: The Crossing #1* e pensar “quem ainda se importa?”. A história foi ridicularizada desde o início, e a maioria dos fãs esperava que o pior já tivesse passado. Que engano!

Enquanto “The Crossing” afundava, a Marvel estava negociando com Jim Lee e Rob Liefeld para assumir os títulos dos Vingadores e do Quarteto Fantástico. Harras recorreu aos artistas que haviam feito suas decisões editoriais parecerem inteligentes, na esperança de que eles salvassem as duas equipes. O acordo teria acontecido mesmo que “The Crossing” fosse um sucesso, porque Harras passou anos destruindo a imagem dos Vingadores na mente dos fãs. O resultado foi “Heroes Reborn”, uma saga que foi tão, mas TÃO ruim que fez os leitores esquecerem “The Crossing”. E isso já diz muito! “Heroes Reborn” foi um sintoma da podridão que corroía a Marvel em meados dos anos 90, uma mancha negra que, para muitos, ainda assombra a equipe.

E vocês, o que acharam de “The Crossing”? Chegaram a ler essa saga na época? Compartilhem suas memórias e opiniões nos comentários abaixo!

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