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O NOVO HD-2D da Square Enix é LINDO, mas The Adventures of Elliot ESCONDE o MAIOR ERRO para quem joga no Brasil!

  • junho 19, 2026
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Gente, vocês não vão acreditar! A Square Enix, mestra em nos presentear com experiências visuais de tirar o fôlego, acaba de lançar mais um título no seu aclamado

O NOVO HD-2D da Square Enix é LINDO, mas The Adventures of Elliot ESCONDE o MAIOR ERRO para quem joga no Brasil!

Gente, vocês não vão acreditar! A Square Enix, mestra em nos presentear com experiências visuais de tirar o fôlego, acaba de lançar mais um título no seu aclamado estilo HD-2D: *The Adventures of Elliot: The Millennium Tales*. Como uma fã incondicional de JRPGs e aventuras épicas, eu estava super empolgada! Mas, preparem-se, porque essa jornada é um misto de deslumbramento e frustração, especialmente para nós, gamers brasileiros. É lindo, é divertido, mas tem um “quase lá” que dói no coração e um erro que, para a nossa comunidade, é quase imperdoável.

Reprodução.

O Brilho Deslumbrante do HD-2D: Um Banquete Visual

Vamos começar pelo que realmente salta aos olhos: o visual. Sério, a Square Enix elevou o patamar do HD-2D com *Octopath Traveler* e *Triangle Strategy*, e aqui, em *The Adventures of Elliot*, eles conseguem se superar! O continente de Philabieldia é um espetáculo à parte. Os cenários são construídos com um capricho que impressiona, a iluminação é divina e a sensação de profundidade, com camadas e texturas ricas, faz você querer parar e admirar cada pixel. É inegável: a qualidade gráfica rouba a cena e é um verdadeiro banquete para os olhos, mostrando que a tecnologia HD-2D ainda tem muito a oferecer e a evoluir.

Combate e Exploração: Uma Aventura à La Zelda

Confesso que, de primeira, esperava um RPG por turnos, o padrão da casa para o estilo HD-2D. Mas *The Adventures of Elliot* nos surpreende com uma pegada de ação e aventura que grita “The Legend of Zelda” a plenos pulmões! E olha, a experiência de combate é surprisingly agradável e dinâmica. Elliot tem um arsenal variado de armas e habilidades, o que torna as batalhas cheias de energia, especialmente nos confrontos contra os chefes, que exigem estratégia e um uso inteligente dos seus recursos. É como se a Square Enix dissesse: “Vem cá, vou te mostrar que HD-2D não é só JRPG!”

A exploração também é um ponto alto. A sacada de transitar entre diferentes eras do mesmo mundo é genial e instiga a curiosidade, incentivando o jogador a revisitar áreas. Me lembrou um pouco a mecânica de viagem no tempo de *Chrono Trigger*, embora aqui as mudanças entre os períodos pudessem ser um pouco mais impactantes. Às vezes, as alterações se resumem a um simples “caminhar” sem grandes novidades visuais ou de gameplay, o que é uma pena, pois o potencial era gigantesco! Ah, e um detalhe fofo que me pegou de jeito: os gatinhos espalhados pelo mundo! Em meio à jornada séria, esses pequenos momentos de interação com os felinos dão um charme extra e nos lembram que Philabieldia é um lugar vivo e cheio de pequenas surpresas. É quase um “cozy game” dentro da aventura épica!

Square Enix / Divulgação

O Calcanhar de Aquiles: Narrativa, Ritmo e Dungeons

Por mais que o gameplay segure a onda, a narrativa, infelizmente, não acompanha o brilho. A história de *The Adventures of Elliot* segue um caminho bastante tradicional, sem grandes reviravoltas ou momentos que realmente nos prendam à cadeira. Os personagens cumprem seu papel, mas confesso que não consegui criar aquela conexão emocional que a Square Enix costuma nos proporcionar em suas obras-primas.

O ritmo do jogo também é um problema. Algumas sequências de diálogo se arrastam mais do que o necessário, quebrando a fluidez da aventura e me fazendo desejar um botão de “pular tudo”. As dungeons, por sua vez, são mais simples do que o esperado para um jogo do gênero. Para quem, como eu, esperava quebra-cabeças complexos e desafios elaborados à lá *Zelda*, pode se sentir um pouco decepcionado. É uma pena, pois com um pouco mais de ousadia, a experiência poderia ter sido épica.

O ERRO Imperdoável da Square Enix para o Brasil

Agora, preparem o coração, porque chegamos ao ponto mais doloroso para nós, gamers brasileiros: a completa ausência de localização em português. Em um jogo com um foco tão grande em história, diálogos e construção de mundo, a falta de tradução é um impeditivo direto e, para ser sincera, um soco no estômago. Em pleno 2024, com o mercado brasileiro em ascensão e a comunidade gamer cada vez mais engajada, esperar que o público se contente com inglês é um erro crasso da Square Enix. É uma tendência global a demanda por localização, e ignorar isso é um tiro no pé. Sem contar o desequilíbrio nos preços entre consoles e PC, que dificilmente atrairá novos jogadores. *The Adventures of Elliot* corre o risco de ser apenas um “jogo bonito que não está traduzido” para a maioria de nós. É frustrante ver tanto potencial ser limitado por uma decisão que parece ignorar uma fatia tão importante do público.

Veredito da Lana: Vale a Pena?

Ainda assim, mesmo com suas limitações e a dor da falta de localização, *The Adventures of Elliot: The Millennium Tales* consegue ser uma boa aventura. Ele acerta no que mais importa: ser divertido de jogar. Não reinventa a roda, não tenta ser mais do que consegue, mas entrega um resultado sólido e funcional. Para quem é fã do estilo clássico de ação e exploração, com um visual de cair o queixo e um combate dinâmico, pode ser uma boa pedida, desde que o inglês não seja um problema.

No fim das contas, Elliot talvez não entre para a lista dos “grandes destaques” da Square Enix, mas cumpre bem o papel de oferecer uma jornada leve, bonita e divertida. É um 7/10 para mim, um jogo que me deixou com aquele gostinho de “e se…”, mas que ainda assim vale a experiência se você estiver disposto a superar suas barreiras.

*The Adventures of Elliot: The Millennium Tales* está disponível para Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series e PC. Análise feita na versão de PlayStation 5, com agradecimentos à Square Enix pelo envio.

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