As 10 Fases Modernas do Superman Que Todo Fã de HQ Precisa Conhecer!
- junho 2, 2026
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E aí, galera da InnovaGeek! Lana aqui, e hoje a gente vai mergulhar de cabeça no legado de um dos maiores ícones da cultura pop: o Superman. O
E aí, galera da InnovaGeek! Lana aqui, e hoje a gente vai mergulhar de cabeça no legado de um dos maiores ícones da cultura pop: o Superman. O
E aí, galera da InnovaGeek! Lana aqui, e hoje a gente vai mergulhar de cabeça no legado de um dos maiores ícones da cultura pop: o Superman. O Homem de Aço não é apenas o primeiro super-herói; ele é a bússola moral, a esperança encarnada e, convenhamos, um dos personagens mais *cool* de todos os tempos. Com quase um século de existência, o kryptoniano já passou por poucas e boas, se reinventando várias vezes para se manter relevante. E com o hype lá em cima para o novo filme do James Gunn, nada melhor do que revisitar as fases mais impactantes que moldaram o Kal-El moderno. Preparem-se, porque a gente vai desvendar as runs que fizeram o Superman brilhar mais forte do que nunca!
A *Crise nas Infinitas Terras* foi um divisor de águas para a DC, e o Superman não ficou de fora. Essa “era moderna” começou há mais de 40 anos, e desde então, os maiores talentos dos quadrinhos colocaram suas mãos no Último Filho de Krypton. Essas fases não só deram ao personagem uma nova roupagem, mas também nos presentearam com algumas das histórias mais memoráveis.
Image Courtesy of DC Comics
Olha, falar de Superman moderno sem começar com John Byrne é impossível. O cara, que já era uma lenda por seu trabalho em *Uncanny X-Men* e *Quarteto Fantástico*, teve a tarefa hercúlea de redefinir o Superman após a *Crise*. Ele simplificou a mitologia, eliminando Supergirl e a Legião dos Super-Heróis da história original de Clark, e até deu uma “nerfada” nos poderes dele, tornando-o mais… acessível? Admito que, para alguns, essa versão “yuppie” da era Reagan pode parecer um pouco datada hoje, mas a ousadia de Byrne em *Action Comics #584-600* e *Superman (Vol. 2) #1-22* foi revolucionária. Ele nos deu um Superman mais humano, mais próximo do nosso cotidiano, e isso é algo que, mesmo com as reavaliações, não dá pra negar o impacto. É tipo o reboot de uma franquia de games clássica que, mesmo mudando muita coisa, ainda pavimenta o caminho para o futuro.
Image Courtesy of DC Comics
A era *DC Rebirth* foi um sopro de ar fresco depois de umas fases meio complicadas, e a run de Pete Tomasi e Patrick Gleason em *Superman (Vol. 4) #1-45* foi o carro-chefe dessa renovação. Eu sou *completamente* apaixonada por essa fase! Ver o Superman pré-Flashpoint de volta, casado com a Lois e, o melhor de tudo, com o filho deles, Jon Kent, formando uma família super-heroica, foi simplesmente perfeito. Eles enfrentavam ameaças juntos, como uma unidade. É a prova de que o heroísmo não precisa ser solitário. Essa dinâmica familiar me lembra muito a vibe de *Spy x Family*, onde os laços afetivos são tão importantes quanto as missões. Foi uma das minhas leituras favoritas do século XXI, mesmo com alguns percalços, porque a emoção e a aventura em família eram palpáveis.
Image Courtesy of DC Comics
Os quadrinhos do Superman estão em um momento incrível, e 2025 promete ser *o ano* do personagem, com o filme novo e tudo mais. A DC soube disso e trouxe um peso-pesado: Dan Slott, conhecido por sua longa e icônica passagem pelo *Homem-Aranha*. Em *Superman Unlimited*, Slott nos apresenta a “Emerald Era”, onde um meteoro de Kryptonita atinge a Terra, transformando o mineral em uma commodity e, claro, um perigo imenso para qualquer kryptoniano. Slott tem feito um trabalho primoroso nessas 13 edições, misturando a essência *old school* do Superman com questões super atuais. E a volta do jovem Jon Kent? Mal posso esperar para ver o que vem por aí! É como jogar um RPG clássico com gráficos de última geração: a essência está lá, mas a experiência é totalmente nova.
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Depois de uma fase que, digamos, dividiu opiniões (a do Bendis), Phillip Kennedy Johnson chegou para recolocar o Superman no trilho. E ele fez isso com maestria, culminando na espetacular “Warworld Saga”. Em *Action Comics #1029-1060* e *Superman (Vol. 5) #29-32*, Kennedy Johnson capturou a essência do heroísmo do Homem de Aço de uma forma que fazia tempo que eu não via. Essa run é elogiada principalmente por *Warworld*, mas, para mim, ela é fantástica do começo ao fim. Deu ao Superman o fôlego e o burburinho que ele precisava para voltar ao topo da indústria. É uma fase que mostra o Superman como a figura inabalável de esperança que todos amamos, enfrentando desafios cósmicos com a mesma convicção de sempre.
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Mark Waid é uma lenda viva da DC e, para muitos, o maior estudioso do Superman de todos os tempos. Então, quando ele voltou para *Action Comics* em *#1070* com a história “Phantoms”, levando o herói para a Zona Fantasma numa vibe retrô, foi um presente para os fãs. E ele não parou por aí! Com a iniciativa “All-In” da DC, Waid mergulhou nos anos Superboy do Homem de Aço, modernizando essa fase com uma habilidade incrível. É como revisitar um clássico da infância, mas com uma nova perspectiva, mais madura e ainda mais rica. As histórias do Superman estão bombando ultimamente, e Waid é uma peça chave nesse sucesso.
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Joshua Williamson, que já brilhou em *The Flash*, se tornou um dos nomes mais importantes da DC. Em 2023, ele assumiu *Superman (Vol. 6)* e, desde então, tem entregado uma run fantástica. Ele nos deu uma das melhores dinâmicas entre Superman e Lex Luthor dos últimos anos nas primeiras 25 edições, com a espetacular “House of Brainiac”. Além disso, ele tem trabalhado na redenção de Superboy-Prime, o que, para mim, é um desafio e tanto, mas que ele tem tirado de letra. A cada uma das 38 edições, Williamson continua a surpreender e a manter o Superman como um dos melhores quadrinhos de super-heróis no mercado. É uma fase que me prende a cada virada de página, como uma boa série de mistério que você não consegue parar de assistir.
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Louise Simonson é uma das criadoras mais subestimadas da história dos quadrinhos. Ela foi fundamental para o sucesso dos X-Men nos anos 80 e, na DC, assumiu *Superman: Man of Steel*, principalmente ao lado do artista Jon Bogdanove. Juntos, eles criaram o icônico Steel e entregaram algumas das melhores histórias do Superman nos anos 90, uma década marcada por uma estética mais “extrema”. Simonson escreveu a maior parte das 86 primeiras edições, e seu trabalho é um testemunho da importância das mulheres na criação de narrativas poderosas. É uma run que merece muito mais reconhecimento, mostrando que o Superman pode ser reinventado de formas surpreendentes.
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Quando penso em Superman nos anos 90, o nome de Dan Jurgens salta à mente. Ele não apenas escreveu e desenhou *Superman (Vol. 2) #57-150*, como também foi um dos arquitetos por trás do evento que chocou o mundo: “A Morte do Superman”. Seu trabalho era o carro-chefe da linha Superman, e sua arte, que capturava a força e a majestade do Homem de Aço, era tão boa quanto sua escrita. Jurgens é uma peça fundamental na história do personagem, e seu retorno em *Action Comics #957-1000* durante o *Rebirth* só prova a sua maestria e o carinho que ele tem pelo herói. Ele é a definição de um criador que entende o DNA do Superman.
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Geoff Johns era o “faz-tudo” da DC nos anos 2000, e sua passagem por *Action Comics* a partir de 2006 (pós-*Crise Infinita*) foi um dos pontos altos de sua carreira. Ele trouxe de volta muitas ideias e conceitos da era pré-Crise, o que, para um fã como eu, foi um deleite nostálgico. Seus arcos de abertura — “Last Son”, “Escape from Bizarro World”, “Superman e a Legião dos Super-Heróis” e “Brainiac” — são praticamente impecáveis. Mesmo que sua run tenha terminado com a polêmica “New Krypton”, a qualidade geral do seu trabalho é inegável. Johns soube honrar o passado enquanto construía o futuro do personagem, um verdadeiro equilíbrio de forças.
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Grant Morrison já tinha nos presenteado com a obra-prima *All-Star Superman* em 2006, mas foi no tumultuado *New 52* que eles tiveram sua chance em uma série regular do Homem de Aço. Em *Action Comics #1-18 e #0*, Morrison, ao lado de artistas incríveis como Rags Morales, Andy Kubert e Gene Ha, trouxe o personagem de volta às suas raízes da Era de Ouro, como um “homem do povo”. Essa run é uma única e longa história de 19 edições que é puro Morrison: complexa, inovadora e uma das narrativas mais incríveis do Superman já contadas. É uma experiência de leitura que te desafia e te recompensa, mostrando o quão versátil e atemporal o Superman pode ser. Para mim, é a fase que realmente encapsula o espírito de reinvenção do personagem.
E aí, InnovaGeekers, qual dessas fases modernas do Superman fisgou o coração de vocês? Ou tem alguma outra que não entrou na lista e vocês acham imperdível? Deixem seus comentários abaixo e vamos trocar uma ideia sobre o Homem de Aço!