Vilões que Viraram Heróis? 8 Redenções Épicas (e 1 Que Não Convenceu Ninguém!)
- novembro 6, 2025
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E aí, pessoal da InnovaGeek! Quem não ama uma boa história de redenção? Ver aquele vilão que a gente odiava se tornar um herói (ou pelo menos alguém
E aí, pessoal da InnovaGeek! Quem não ama uma boa história de redenção? Ver aquele vilão que a gente odiava se tornar um herói (ou pelo menos alguém
E aí, pessoal da InnovaGeek! Quem não ama uma boa história de redenção? Ver aquele vilão que a gente odiava se tornar um herói (ou pelo menos alguém que a gente torce) é simplesmente épico. Mas nem toda redenção é criada igual, né? Algumas são tão bem construídas que a gente chora de emoção, enquanto outras… bem, digamos que a gente continua shippando o vilão para a prisão. Bora conferir essa lista de arcos de redenção que marcaram a TV, com um toque de Lana, a redatora que ama um bom plot twist!
A verdade é que a gente adora ver personagens complexos, aqueles que erram feio, mas que têm a chance de se redimir. É como se a gente visse um pouco de nós mesmos neles, sabe? Afinal, quem nunca cometeu um erro que atire a primeira pedra! E quando esses personagens reconhecem seus erros e lutam para serem melhores, a gente se sente inspirado. É tipo, “se eles conseguem, eu também consigo!”.
“Once Upon a Time” é um prato cheio para quem curte redenções, mas a do Capitão Gancho, interpretado pelo gato do Colin O’Donoghue, é de longe a que mais me pegou. No começo, ele só queria vingança contra o Rumplestiltskin (Robert Carlyle), mas o amor pela Emma Swan (Jennifer Morrison) mudou tudo. A química entre eles é inegável, e a gente vê o Gancho se transformar em alguém disposto a se sacrificar por Storybrooke. Confesso que shippei muito esse casal!
O Viren causou um estrago danado em “O Príncipe Dragão”, manipulando magia sombria e traindo todo mundo. Mas, no final, ele tem um momento de lucidez e coloca o bem de Katolis e dos filhos acima de suas ambições. Achei interessante que a série não tenta forçar o perdão dos outros personagens. A redenção dele é sobre fazer a escolha certa, mesmo que não ganhe nada com isso. É uma mensagem poderosa, né?
“The Good Place” já começa com um plot twist absurdo: o Michael, interpretado pelo mestre Ted Danson, é um demônio! Mas, ao conviver com os humanos, ele começa a mudar, principalmente por causa da influência do Chidi (William Jackson Harper) e sua filosofia. O momento em que ele se sacrifica para salvar a Eleanor é simplesmente emocionante. E a evolução dele não para por aí, o que torna a jornada ainda mais gratificante.
Em “Supernatural”, a redenção é quase um esporte, mas ninguém esperava que o Crowley, vivido pelo carismático Mark Sheppard, mudasse tanto. Ele começou como um demônio interesseiro, mas aos poucos foi se aliando aos Winchesters. O sacrifício final dele, mesmo sendo controverso (segundo o próprio Sheppard, via CBR), foi um final digno para um personagem que a gente amou odiar.
“Buffy” é outra série que adora uma redenção, e a do Spike (James Marsters) é uma das mais icônicas. Ele começou como um vilão sanguinário, mas depois passou por uma jornada incrível, recuperando sua alma e se sacrificando pela Buffy. A transformação dele é tão bem construída que a gente acaba torcendo por ele, mesmo com todos os seus defeitos.
Em “Game of Thrones”, o Jaime Lannister (Nikolaj Coster-Waldau) começou como um vilãozinho, empurrando o Bran da janela, lembram? Mas o encontro com a Brienne de Tarth (Gwendoline Christie) mudou tudo. Ele começou a questionar as ordens da Cersei (Lena Headey) e a lutar pelo que era certo. A redenção dele não foi linear, e o final dividiu opiniões, mas mostrou que nem sempre a gente consegue se manter no caminho certo.
Na minha opinião, a melhor redenção da TV é a do Príncipe Zuko (Dante Basco) em “Avatar: A Lenda de Aang”. A gente vê desde o começo que ele tem bondade dentro dele, mas a busca pela aprovação do pai o impede de enxergar isso. Ele comete erros, volta atrás, mas no final encontra a coragem de lutar pelo que é certo. A jornada dele é tão longa e complexa que a gente vibra quando ele finalmente se junta ao Time Avatar e se torna o Senhor do Fogo.
O Klaus (Joseph Morgan) chegou em “The Vampire Diaries” como um vilão superpoderoso, mas a tentativa de redimi-lo em “The Originals” não me convenceu. Ele teve alguns momentos de humanidade, mas continuou agindo de forma egoísta na maior parte do tempo. A motivação dele era sempre proteger as pessoas que ele amava, o que é legal, mas não o torna uma pessoa melhor em geral. Sinceramente, acho que ele continuaria cometendo atrocidades se tivesse um bom motivo.
E aí, concordam com a minha lista? Qual a redenção favorita de vocês? Deixem seus comentários aqui embaixo e vamos geekar juntos!