O desenvolvedor independente Hyogo Onimushi precisou esclarecer um mal-entendido envolvendo seu jogo, Return to Shironagasu Island, e o caso da ilha de Jeffrey Epstein. Muitos fãs notaram semelhanças entre a trama do jogo e o escândalo real, porém Onimushi negou qualquer inspiração no caso.
O autor explicou que o título do jogo surgiu muito antes das notícias sobre Epstein se tornarem públicas. Enquanto o caso ganhou destaque em 2019, a primeira versão do game foi lançada no Comiket em 2017. Portanto, qualquer semelhança nos temas sombrios é apenas uma coincidência cronológica.
É interessante notar como a criatividade pode gerar paralelos inesperados com a realidade. O mistério de point-and-click de Return to Shironagasu Island, que segue um detetive e uma jovem genial em uma ilha isolada, conquistou os jogadores, vendendo mais de 210 mil cópias e recebendo avaliações “Muito Positivas” na Steam.
O sucesso do jogo mostra como a narrativa envolvente e a jogabilidade cativante podem transcendem quaisquer comparações externas. Mesmo diante das comparações infundadas, Onimushi continua focado na produção de uma sequência, demonstrando seu comprometimento com a criação de experiências únicas para os jogadores.
Além disso, vale a pena destacar a importância de acompanhar as novidades do universo dos animes e mangás, explorando lançamentos da temporada e notícias empolgantes. A cultura pop japonesa está em constante evolução, oferecendo aos fãs uma variedade de histórias e experiências para desfrutar.
Em meio a tantas teorias e especulações, o que vocês acham dessa história? Será que a criatividade de Onimushi realmente não foi influenciada pelo caso real da ilha de Jeffrey Epstein? Deixe sua opinião nos comentários e continue explorando o fascinante mundo dos jogos e da cultura pop japonesa.