Resident Evil Requiem: Fim da Saga de Leon Kennedy e Reinício da Franquia?
- outubro 14, 2025
- 0
Preparem os corações, gamers! Parece que “Resident Evil: Requiem” não é só mais um jogo da franquia, mas sim um divisor de águas! Os rumores apontam para o
Preparem os corações, gamers! Parece que “Resident Evil: Requiem” não é só mais um jogo da franquia, mas sim um divisor de águas! Os rumores apontam para o
Preparem os corações, gamers! Parece que “Resident Evil: Requiem” não é só mais um jogo da franquia, mas sim um divisor de águas! Os rumores apontam para o fim da linha para Leon Kennedy e, de quebra, um adeus definitivo à Umbrella Corporation. Será que estamos prestes a testemunhar um reboot completo da saga? Como fã de longa data, confesso que estou roendo as unhas de ansiedade e medo!
A confirmação de que “Resident Evil: Requiem” nos levará de volta a Raccoon City já é um prato cheio para os nostálgicos. Explorar as ruínas da cidade que foi palco de tantos horrores é como revisitar um pesadelo familiar. A destruição de Raccoon City marcou um ponto de inflexão na série, desencadeando uma série de encobrimentos e eventos que moldaram os jogos seguintes. A ideia de retornar a esse local icônico para encerrar um ciclo é, no mínimo, intrigante.
Segundo o leaker Dusk Golem, conhecido por suas informações precisas sobre a franquia, “Resident Evil: Requiem” será o canto do cisne de Leon Kennedy. A revelação de que o jogo marcará o fim da jornada do personagem é bombástica! Leon é um dos pilares da série, um sobrevivente nato que enfrentou hordas de zumbis e aberrações com coragem e carisma. Me pergunto como será essa despedida, e confesso que a ideia de vê-lo partir me deixa com um nó na garganta.
Mas as revelações não param por aí! Dusk Golem também afirma que “Resident Evil: Requiem” representará o fim definitivo do legado da Umbrella Corporation. A empresa, responsável pela criação do T-Vírus e por tantos outros horrores, tem sido a grande vilã da série desde o início. Será que finalmente veremos a Umbrella ser responsabilizada por seus crimes? Ou será que seu legado sombrio continuará a assombrar o mundo de “Resident Evil” de alguma outra forma?
A grande questão que paira no ar é: o que acontecerá após “Resident Evil: Requiem”? Será que a Capcom planeja um reboot completo da série, reiniciando a história e apresentando novos personagens e ameaças? Ou será que o jogo apenas encerrará alguns arcos narrativos, abrindo caminho para novas histórias dentro do mesmo universo? As possibilidades são infinitas, e a incerteza é o que torna tudo ainda mais emocionante.
Particularmente, espero que a Capcom não abandone completamente o universo que construiu ao longo de tantos anos. Os personagens, as histórias e os mistérios de “Resident Evil” são parte da cultura gamer, e seria uma pena ver tudo isso ser descartado. Ao mesmo tempo, entendo a necessidade de renovação e de apresentar novas ideias para manter a franquia relevante.
Seja qual for o futuro de “Resident Evil”, uma coisa é certa: “Requiem” promete ser um jogo memorável. A combinação de nostalgia, mistério e a promessa de grandes reviravoltas narrativas é irresistível. Resta saber se a Capcom conseguirá entregar um final digno para Leon Kennedy e para a saga da Umbrella Corporation, e se os fãs estarão abertos a um possível reboot da franquia. Que os jogos comecem!