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New 52: 10 HQs que provam que nem tudo foi perda nessa fase da DC

  • outubro 18, 2025
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A fase “New 52” da DC Comics é daquelas que divide opiniões. De 2011 a 2016, a editora reiniciou todo o seu universo, prometendo modernização e novas histórias.

New 52: 10 HQs que provam que nem tudo foi perda nessa fase da DC

A fase “New 52” da DC Comics é daquelas que divide opiniões. De 2011 a 2016, a editora reiniciou todo o seu universo, prometendo modernização e novas histórias. O resultado? Bem, digamos que nem tudo saiu como o esperado. Mas calma! No meio de tantos tropeços, algumas HQs brilharam e merecem ser redescobertas. Prepare-se para uma viagem por esses diamantes brutos que provam que nem tudo estava perdido na “New 52”!

O que foi a “New 52”?

Para quem não viveu a época, a “New 52” foi uma iniciativa ambiciosa da DC Comics para revitalizar seu universo. Todas as revistas foram relançadas com novas numerações, novas histórias e, em alguns casos, novos visuais para os personagens. A ideia era atrair novos leitores e dar uma chacoalhada na cronologia que já estava bem complexa. Mas, como dizem, de boas intenções o inferno está cheio. A execução deixou a desejar, com decisões editoriais controversas e mudanças que não agradaram muito os fãs.

“Darkseid War”: O épico que salvou a Liga da Justiça

A fase da Liga da Justiça na “New 52” foi bem irregular, mas “Darkseid War” elevou o nível. Anti-Monitor e Darkseid entram em guerra, e a Liga fica no meio do fogo cruzado. A trama mistura elementos cósmicos com a grandiosidade de “Crise nas Infinitas Terras” (fonte: DC Comics). A arte de Jason Fabok é um show à parte, e Grail, a nova vilã, merecia mais reconhecimento. Se você quer uma história épica da Liga, essa é imperdível!

“Zero Year”: Batman de volta às origens

Scott Snyder e Greg Capullo são uma dupla dinâmica nos quadrinhos do Batman. Em “Zero Year”, eles revisitam o início da jornada do herói em Gotham City. Bruce Wayne retorna à cidade após anos de treinamento, e precisa enfrentar a Gangue do Capuz Vermelho e um vilão clássico que assume o controle após um desastre. “Zero Year” não supera “Ano Um”, mas é uma excelente história que explora as raízes do Batman na “New 52”.

“Court of Owls”: Uma sociedade secreta em Gotham

A parceria de Snyder e Capullo também brilhou em “Court of Owls”, o primeiro arco da fase “New 52” do Batman. A história apresenta a Corte das Corujas, uma sociedade secreta que manipula Gotham City nas sombras. Batman precisa desvendar seus segredos e impedir seus planos. A trama é cheia de suspense e reviravoltas, mostrando a força da dupla criativa. “Court of Owls” é um clássico moderno do Batman!

“The Trench”: Aquaman mostrando a que veio

Aquaman sempre foi um personagem meio injustiçado, mas a “New 52” ajudou a mudar essa imagem. Geoff Johns e Ivan Reis, que já tinham feito um ótimo trabalho em “Green Lantern” e “Blackest Night”, trouxeram “The Trench”. Aquaman e Mera enfrentam a Trincheira, uma raça de monstros marinhos das profundezas. A história mostra que Aquaman é muito mais do que “o cara que fala com peixes”. É uma aventura aquática eletrizante!

“The Gathering”: Terra-2 renascendo das cinzas

A “New 52” começou a explorar o Multiverso da DC, e “Earth-2” trouxe personagens de uma Terra alternativa. A história mostra a invasão de Steppenwolf à Terra-2, a morte de Superman, Batman e Mulher-Maravilha, e o surgimento de novos heróis. James Robinson e Nicola Scott criaram uma trama emocionante, com um primeiro número quase perfeito. “The Gathering” é um exemplo do potencial que “Earth-2” tinha.

“Endgame”: O Coringa no seu pior (ou melhor?)

Snyder e Capullo retornam com mais uma história do Coringa em “Endgame”. O vilão, que já tinha aparecido em “Death of the Family”, volta com um plano para destruir o Batman. A trama sugere uma nova origem para o Coringa, diferente de “A Piada Mortal”. As cenas de ação são incríveis, e o final tem uma reviravolta que te deixa louco para ler o resto da saga. “Endgame” é um ponto alto da fase de Snyder e Capullo no Batman.

“Forever Evil”: Vilões contra vilões (e heróis?)

Os eventos da “New 52” nem sempre foram memoráveis, mas “Forever Evil” é uma exceção. O Sindicato do Crime da Terra-3 chega para dominar o mundo, e Lex Luthor lidera um grupo de vilões para impedir seus planos. Geoff Johns manda muito bem ao escrever vilões, e a trama é cheia de reviravoltas e momentos épicos. “Forever Evil” é uma joia escondida da “New 52”.

“Green Lantern” de Geoff Johns: O fim de uma era épica

Nem tudo foi reiniciado na “New 52”, e a fase de Geoff Johns em “Green Lantern” continuou de onde parou. Ele trouxe Sinestro de volta à Tropa dos Lanternas Verdes, apresentou Simon Baz e revelou os segredos dos Guardiões do Universo. Johns é um dos melhores roteiristas do Lanterna Verde, e esses números finais são um presente para os fãs.

“Action Comics” de Grant Morrison: Superman repaginado

Grant Morrison teve a chance de contar o início da carreira do Superman na “New 52” em “Action Comics”. Ele criou uma história épica ao longo de 19 edições, mostrando um Superman mais “pé no chão” e conectado com o povo. Morrison também introduziu um Superman do Multiverso incrível e deu sentido ao traje com armadura kryptoniana. Para muitos, essa é a melhor fase da “New 52”, mostrando o quão grandioso o Superman pode ser.

“The Multiversity”: Uma ode aos quadrinhos

“The Multiversity” é uma obra-prima injustiçada e, para muitos, o melhor da “New 52”. Grant Morrison explora o Multiverso da DC em duas edições principais e sete one-shots, cada um mostrando uma Terra diferente. A história é uma celebração dos quadrinhos, com roteiro e arte impecáveis. “The Multiversity” é uma experiência única e imperdível para qualquer fã de quadrinhos.

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