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Mulher Invisível no Cinema: Do Pior ao Melhor, Será que a Nova Sue Storm Quebra a Maldição?

  • novembro 8, 2025
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Finalmente, os fãs de quadrinhos e cinema podem respirar aliviados! A Mulher Invisível, um pilar dos quadrinhos da Marvel desde os anos 60, nem sempre teve a representação

Mulher Invisível no Cinema: Do Pior ao Melhor, Será que a Nova Sue Storm Quebra a Maldição?

Finalmente, os fãs de quadrinhos e cinema podem respirar aliviados! A Mulher Invisível, um pilar dos quadrinhos da Marvel desde os anos 60, nem sempre teve a representação que merecia nas telonas. Mas será que a nova versão de Sue Storm, interpretada por Vanessa Kirby, finalmente quebra essa maldição? Vamos rankear as versões live-action da heroína, da mais decepcionante àquela que nos faz acreditar que a justiça foi feita! Preparem seus campos de força, porque essa análise vai ser invisivelmente reveladora!

A Tragédia de Kate Mara em “Quarteto Fantástico” (2015)

Ah, o filme de 2015… um reboot que prometia e entregou… bem, quase nada. Kate Mara, uma atriz talentosa, foi completamente desperdiçada em uma versão de Sue Storm sem substância. A personagem não tinha química com os outros membros do Quarteto, algo imperdoável considerando que a dinâmica familiar é o coração da equipe. E as perucas? Um desastre que só serviu para distrair do marasmo geral. Sério, parecia que Sue Storm era uma personagem figurante, sem personalidade ou propósito. Uma pena!

Jessica Alba e o Desperdício de Potencial nos Anos 2000

Nos filmes de Tim Story, Jessica Alba até tentou, mas o roteiro simplesmente não ajudava. As piadas de mau gosto sobre a invisibilidade de Sue e o fato de ela ser constantemente colocada em perigo para motivar os heróis masculinos eram irritantes. Era como se os roteiristas tivessem pego a personagem e a transformado em um acessório. Pelo menos, ela teve algumas cenas mais tranquilas com Johnny e Ben, mas isso não salva a atuação. Jessica, você merecia um filme melhor!

Rebecca Staab: Uma Luz Tênue em Meio à Escuridão nos anos 90

Em terra de cego, quem tem um olho é rei. A versão de Rebecca Staab no filme produzido por Roger Corman nos anos 90 pode não ter sido um sucesso de bilheteria, mas é superior às duas primeiras tentativas da Fox. Staab não tem muito o que fazer, mas sua atuação é cativante e se encaixa na estética retrô do filme. Ela transmite uma personalidade tangível, algo que faltou nas versões de Mara e Alba. E, sejamos sinceros, o filme tem um charme trash que o torna divertido de assistir (com expectativas bem baixas, claro).

Vanessa Kirby: A Sue Storm que Merecíamos em “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” (2025)

Finalmente! Vanessa Kirby chegou para nos mostrar como Sue Storm deve ser interpretada. Sua presença é magnética, e ela traz uma seriedade e força à personagem que nunca vimos antes. Na cena em que Sue faz um discurso para os moradores de Nova York, você realmente sente o peso da responsabilidade e a determinação da heroína. Diferente das versões anteriores, Kirby não é um mero acessório para os personagens masculinos; ela é uma líder, uma figura inspiradora. E os poderes? Incríveis! A cena final, com a vida de Franklin Richards em jogo, é de tirar o fôlego. Vanessa Kirby, você é a Sue Storm que estávamos esperando!

Particularmente, como fã de longa data do Quarteto Fantástico, sempre achei um pecado a forma como Sue Storm foi tratada no cinema. Ela é uma personagem complexa, poderosa e fundamental para a equipe. Espero que a versão de Vanessa Kirby abra caminho para representações mais fiéis e emocionantes da Mulher Invisível no futuro. E você, o que achou do ranking? Concorda com a minha opinião? Deixe seu comentário e vamos geekar juntos!

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