Preparem a pipoca, cinéfilos de plantão! A InnovaGeek traz um bate-papo exclusivo com o elenco de “Train Dreams”, o novo filme da Netflix que já está dando o que falar. Joel Edgerton, Felicity Jones, William H. Macy e Kerry Condon abriram o jogo sobre os desafios e as alegrias de dar vida a essa história emocionante. E preparem-se para spoilers sobre os próximos projetos desses artistas incríveis!
Um mergulho no coração da América do século XX
“Train Dreams”, adaptado da novela de Denis Johnson, nos transporta para a América do início do século XX, através dos olhos de Robert Grainier, um trabalhador ferroviário interpretado por Joel Edgerton. O filme, que teve sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) 2025, explora a vida simples e os dramas de um homem em meio a um país em transformação. E, gente, preparem os lencinhos, porque a história é daquelas que tocam a alma!
Os presentes de despedida mais memoráveis (e um tanto quanto bizarros)
Durante a entrevista no Collider Media Studio, o elenco compartilhou momentos divertidos dos bastidores, incluindo os presentes de despedida mais inusitados que já receberam. Felicity Jones relembrou uma caneca de um filme natalino, enquanto Joel Edgerton contou sobre uma camiseta com 30 fotos de seu rosto, presente de um maquiador! Hilário! Mas o presente mais especial foi o de Clint Bentley, que ganhou de Joel uma moeda de prata cunhada no ano de nascimento de seu personagem, Robert Grainier. Que toque genial!
William H. Macy, por sua vez, revelou que ganhou uma capa de chuva após gravar cenas debaixo de chuva torrencial para um filme cujas cenas foram cortadas! Tipo, “obrigado pelo esforço, mas não vai pro ar”. Já Kerry Condon recebeu uma primeira edição de um livro, um presente sofisticado e memorável.
A liberdade narrativa de Denis Johnson no cinema
Um dos maiores desafios de Clint Bentley foi adaptar a “liberdade narrativa” da novela de Johnson para o cinema. Ele explicou que buscou equilibrar a necessidade de dar forma à história com a liberdade de digressões e momentos inesperados, como a aparição de um cowboy aleatório. Acredito que essa abordagem experimental é o que torna “Train Dreams” tão especial e diferente de outros filmes do gênero.
E falando em adaptações literárias, me lembrou um pouco de “Onde os Fracos Não Têm Vez”, outro filme baseado em uma obra de Cormac McCarthy, que também possui uma atmosfera densa e personagens complexos.
A beleza da vida ordinária
Joel Edgerton ressaltou que “Train Dreams” nos lembra que todas as vidas são significativas, mesmo aquelas que não alteram o curso da história. Ele acredita que cada pessoa é interessante se você dedicar tempo para conhecê-la e fazer as perguntas certas. E, gente, como não amar essa mensagem? Em um mundo obcecado por fama e sucesso, é revigorante ver uma história que valoriza a beleza da vida cotidiana.
Química em cena: o segredo do sucesso de Robert e Gladys
A química entre Joel Edgerton e Felicity Jones é palpável em “Train Dreams”. Felicity revelou que já admirava o trabalho de Joel em “Loving”, enquanto Joel elogiou a atemporalidade e a força de Felicity. Eles concordaram que a relação entre Robert e Gladys precisava transmitir algo elemental e universal, representando o amor em sua essência. E, sinceramente, eles conseguiram! A conexão entre os dois é um dos pontos altos do filme.
Projetos futuros: de guerras mundiais a distopias futuristas
Para finalizar, o elenco deu um gostinho de seus próximos projetos. Kerry Condon falou sobre “Pressure”, um drama da Segunda Guerra Mundial em que interpreta a braço direito de Eisenhower, ao lado de Brendan Fraser. Já William H. Macy revelou que está trabalhando em “The Running Man”, dirigido por Edgar Wright, baseado na obra de Stephen King. E, como fã de carteirinha de King, mal posso esperar para ver essa adaptação!
“Train Dreams” terá lançamento limitado nos cinemas em 7 de novembro, seguido de sua estreia na Netflix em 21 de novembro. Preparem-se para embarcar em uma jornada emocionante e reflexiva pela alma da América!