Todo fã de quadrinhos Marvel sabe: quando o Doutor Destino bota as manguinhas de fora, o caos está garantido. Mas, e quando o vilão mais icônico da Casa das Ideias consegue o poder de controlar o tempo? Bem, o resultado é uma derrota hilária (para nós, leitores) causada pelo seu próprio ego inflado. Em “Fantastic Four (2025) #3”, Victor Von Doom, agora imperador do mundo, revela seu segredo para o sucesso: resetar a linha do tempo sempre que perde, mantendo suas memórias intactas. Mas, como todo bom vilão que se preze, a arrogância o impede de saborear a vitória completa. Prepare-se para uma análise geek e cheia de referências sobre o maior inimigo do Quarteto Fantástico!
O Plano Perfeito (Quase) Arruinado
Destino tinha a receita perfeita para o sucesso: um “save state” infinito à sua disposição. Qualquer revés era facilmente contornado com um simples reset. Mas, em um momento clássico de vilania, ele não resiste à tentação de se gabar. É aí que a trama se complica!
A Brecha na Armadura: A Arrogância de Doom
Após resetar a linha do tempo depois de uma derrota para o Quarteto Fantástico, Doom não se contenta em simplesmente vencer. Ele precisa esfregar na cara dos heróis o quão superiores ele é, revelando seu plano de reset. “Ah, Reed Richards, seu idiota! Vocês nunca vão me derrotar!” – algo nesse tom deve ter passado pela cabeça dele.
Nesse ínterim, Sue Storm, a Mulher Invisível, aproveita a deixa para enviar um alerta para seus eus do passado. A mensagem, gravada no Time Sled, revela o segredo de Doom. O Quarteto, então, rastreia a máquina que possibilita os resets até a Antártida.
O Tiro Sai Pela Culatra: De Reset a “Save Point”
No confronto final, Reed descobre que destruir a máquina temporal causaria a destruição de todo o espaço-tempo. Doom, claro, se aproveita da situação para debochar ainda mais. Mas Johnny Storm, o Tocha Humana, tem uma sacada genial: em vez de destruir a máquina, eles transformam os pontos de reset de Doom em “saves”.
Assim, quando o Coisa acerta um soco em cheio no vilão, ele reseta o tempo, apenas para ser jogado de volta ao exato momento do golpe. Preso em um loop temporal, Doom tenta desesperadamente evitar o inevitável, mas após milênios de tentativas frustradas, a máquina quebra e o Coisa finalmente o derrota.
O Ego Frágil de um Ditador
A grande ironia é que Doom tinha tudo para vencer. Bastava manter a boca fechada e executar seu plano. Mas a necessidade de se sentir superior, de humilhar seus inimigos, o leva à ruína. É como aquele ditado: “a língua é o chicote do corpo”. No caso de Doom, a língua (ou melhor, o ego) é o chicote da sua própria derrota.
Essa fraqueza, no entanto, é o que torna o personagem tão fascinante. Ele é, ao mesmo tempo, incrivelmente poderoso e pateticamente inseguro. A recusa em admitir suas próprias limitações e a necessidade constante de provar sua superioridade o impulsionam à vilania.
Doom no MCU: A Essência do Vilão
Se o Doutor Destino for introduzido no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), sua arrogância precisa ser um traço fundamental. Sem ela, ele não seria o mesmo vilão que amamos odiar. Afinal, quem quer ver um Doom ponderado e humilde? Queremos o déspota megalomaníaco que se acha o gênio incompreendido!
E você, o que acha? Acha que a arrogância é o tempero que torna o Doutor Destino tão saboroso? Ou prefere vilões mais complexos e menos caricatos? Compartilhe sua opinião nos comentários!