Despacho Heroico: O Novo Jogo de Super-Heróis que Vai Te Deixar Sem Fôlego!
- novembro 15, 2025
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Ei, você aí, fã de heróis e anti-heróis! Prepare-se, porque o mundo dos games acaba de receber um título que vai te prender do início ao fim: “Dispatch”!
Ei, você aí, fã de heróis e anti-heróis! Prepare-se, porque o mundo dos games acaba de receber um título que vai te prender do início ao fim: “Dispatch”!
Ei, você aí, fã de heróis e anti-heróis! Prepare-se, porque o mundo dos games acaba de receber um título que vai te prender do início ao fim: “Dispatch”! Anunciado no The Game Awards de 2024, esse jogo do estúdio AdHoc (formado por ex-devs da lendária Telltale Games) é uma mistura explosiva de narrativa envolvente, humor ácido e estratégia de tirar o fôlego. Se você curtiu “The Wolf Among Us” ou “Tales from the Borderlands”, prepare-se para conhecer seu novo vício!
Em “Dispatch”, você não é o herói, mas sim o cara que coordena tudo por trás das cortinas. Você assume o papel de Robert Robertson, o ex-herói Mechaman, que agora trabalha como agente de despacho, gerenciando uma equipe de supervilões reformados (sim, você leu certo!) para lidar com crises simultâneas em Los Angeles. Já pensou ter que controlar um bando de ex-criminosos com superpoderes? É caos na certa!
Se você, assim como eu, era fã dos jogos da Telltale, vai se sentir em casa aqui, mas com uma roupagem totalmente nova. A narrativa é o coração de “Dispatch”, com escolhas que realmente importam. Esqueça aquelas decisões que pareciam não ter consequência nenhuma! Aqui, cada escolha, por menor que seja, pode ter um impacto gigante no futuro. E prepare-se para a pressão: você terá que tomar decisões em tempo real, enquanto ouve os personagens comentando a situação. Vários momentos me deixaram tenso, tentando acompanhar o diálogo e decidir antes que o tempo acabasse. É como se você estivesse no controle de um episódio de “The Boys”, só que com um senso de humor ainda mais ácido.
No final de cada episódio, os créditos mostram uma comparação das suas decisões com as de outros jogadores, em forma de porcentagem. É uma forma genial de reforçar o impacto das suas escolhas e te fazer sentir parte de uma comunidade. Afinal, quem não gosta de saber se tomou a mesma decisão que a maioria das pessoas, ou se foi o “rebelde” do grupo?
“Dispatch” não é só narrativa: a jogabilidade estratégica é surpreendentemente envolvente. Você controla Robert no centro de operações, vendo a mesma tela que ele, com uma interface cheia de chamados da sociedade e situações urgentes. Sua missão? Decidir qual supervilão enviar para cada missão, levando em conta as habilidades individuais de cada um. Flambae, Invisiva, Golpe Baixo, Malévola, Prisma, Coupé, Sonar e Golem são os membros da sua equipe inicial, cada um com suas próprias características e especializações. E para deixar tudo ainda mais interessante, você pode criar sinergias enviando mais de um agente simultaneamente, o que aumenta a eficiência das operações. É como montar um time de “Pokémon”, mas com supervilões!
E não para por aí: você também ganha pontos de habilidade para evoluir seus personagens, tornando tudo ainda mais viciante e estratégico. É tipo um “RPG de super-heróis”, só que com muito mais decisões difíceis e consequências inesperadas.
Para apimentar ainda mais a jogatina, “Dispatch” adiciona momentos de hackeamento que exigem reflexo, atenção e rapidez. Em muitos casos, você só tem três tentativas e o tempo é curto, criando uma adrenalina extra no meio de todo o caos operacional. É como se você estivesse em uma cena de “Mr. Robot”, só que com superpoderes em jogo. E enquanto isso, os supervilões conversam entre si pelo comunicador, e cada um reage às crises de forma diferente. É nesse ponto que as personalidades realmente brilham, gerando cenas divertidas, tensas e emocionantes, às vezes tudo ao mesmo tempo. Prepare-se para rir, se emocionar e roer as unhas!
As atuações em “Dispatch” são simplesmente incríveis. Laura Bailey entrega uma Invisiva impecável, Matthew Mercer dá profundidade a Mortalha, e Aaron Paul, na pele de Robert Robertson, é extraordinário. O peso emocional que ele coloca nas falas, a carga dramática e o domínio vocal transformam seu personagem no centro emocional de “Dispatch”. Sério, não seria surpresa nenhuma vê-lo indicado a Melhor Atuação no The Game Awards. É como se ele tivesse canalizado o espírito de Jesse Pinkman em um universo de super-heróis.
Mesmo em um ano cheio de lançamentos incríveis, “Dispatch” conseguiu se destacar com folga. Para mim, é um dos meus jogos favoritos de 2024, e acerta em tudo o que se propõe: uma experiência narrativa envolvente, com momentos de pressão extrema, estratégia inteligente, personagens memoráveis e escolhas que realmente importam. Se você curte jogos focados em história e tomada de decisão, “Dispatch” é simplesmente obrigatório.
**Nota: 9,5**
“Dispatch” foi lançado em 22 de outubro e está disponível para PlayStation 5 e PC (via Steam).