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De “Star Wars” a “Harry Potter”: 10 cenas de filmes que gostaríamos de desver

  • outubro 3, 2025
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Quem nunca se perguntou “o que passou na cabeça deles?” ao assistir a um filme? Às vezes, no meio de uma produção incrível, surge uma cena que parece

De “Star Wars” a “Harry Potter”: 10 cenas de filmes que gostaríamos de desver

Quem nunca se perguntou “o que passou na cabeça deles?” ao assistir a um filme? Às vezes, no meio de uma produção incrível, surge uma cena que parece ter vindo de outro universo – e não no bom sentido. Prepare-se para relembrar momentos bizarros e constrangedores que mancharam filmes que amamos (ou odiamos amar).

A Cantina Macabra de Jabba: A Banda Max Rebo em “Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi” (Edição Especial)

Ah, George Lucas e suas edições especiais… Uma cena que já não era das melhores no original se tornou um pesadelo CGI na versão de 1997. A Banda Max Rebo, com seu “jizz-wail” (sim, esse é o nome do gênero musical), foi repaginada com efeitos visuais datados e uma música ainda mais irritante. Sério, parece um presságio dos problemas que assombrariam os prequels: personagens de computação gráfica exagerados e inconsistência tonal. Alguém mais sente falta do Sy Snootles original? (Fonte: Lucasfilm)

Alice Eve de Lingerie: “Star Trek: Além da Escuridão” (2011)

Não é só “Star Wars” que tem seus momentos questionáveis. Em “Star Trek: Além da Escuridão”, Alice Eve surge de repente de lingerie, sem motivo aparente. A cena é totalmente desnecessária e serve apenas como um “colírio” forçado. A atriz até tentou defender, mas convenhamos, em um filme onde escondem a identidade de Khan (Benedict Cumberbatch) de forma ridícula, essa cena é só mais um exemplo de como J.J. Abrams às vezes erra feio.

Peter Parker Ataca de Fred Astaire: A Dança no Jazz Club em “Homem-Aranha 3” (2007)

“Homem-Aranha 3” é um filme que divide opiniões, mas uma coisa é quase unânime: a cena da dancinha de Peter Parker no jazz club é constrangedora. Tobey Maguire, com seu cabelo emo e passos de dança duvidosos, tenta impressionar Mary Jane (Kirsten Dunst) com Gwen Stacy (Bryce Dallas Howard). O resultado é um meme eterno, mas que não justifica a existência dessa sequência que ofende a música jazz e a reputação do nosso amigão da vizinhança.

A Rave em Zion: “Matrix Reloaded” (2003)

Se a dancinha do Peter Parker é ruim, imagine uma rave underground com a galera de Zion suada e descamisada. Em “Matrix Reloaded”, os Wachowski resolveram inserir uma sequência de dança prolongada e desnecessária, intercalada com Neo (Keanu Reeves) e Trinity (Carrie-Anne Moss) tendo uma “relação” sem graça. A cena é tão estranha que faz você questionar se as máquinas não deveriam ter vencido.

“Mulheres, Unam-se!”: O Momento Forçado de “Vingadores: Ultimato” (2019)

Hollywood ainda patina quando o assunto é representar mulheres heroicas de forma orgânica. Em “Vingadores: Ultimato”, a cena em que todas as heroínas se unem para proteger a Capitã Marvel (Brie Larson) é forçada e soa como uma jogada de marketing. A cena é descaradamente feita para gerar aplausos, mas acaba sendo vazia, principalmente considerando como algumas dessas personagens foram mal desenvolvidas ao longo do MCU.

Bônus: O Cameo Bizarro de Quentin Tarantino em “Django Livre” (2012)

Diretores atuando em seus próprios filmes? Pode dar certo (vide Alfred Hitchcock), mas também pode ser desastroso (alô, M. Night Shyamalan). Quentin Tarantino, apesar de ser um gênio atrás das câmeras, nem sempre acerta como ator. Em “Django Livre”, seu personagem com sotaque australiano forçado é simplesmente constrangedor. Alguém avisa o Tarantino que nem tudo que ele toca vira ouro?

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