Preparem os corações, bookstan e shippers de plantão! “A Hipótese do Amor”, o romance que dominou o BookTok e nossos corações, vai virar filme! E a notícia fica ainda melhor: Lili Reinhart, a eterna Betty Cooper de “Riverdale”, será a protagonista Olive Smith. Confesso que já estou surtando com essa escalação! Será que ela vai trazer a mesma doçura e pitada de sarcasmo que a gente ama na personagem?
Romance Falso, Sentimentos Reais: A Trama que Conquistou o Mundo
Para quem ainda não se rendeu aos encantos de “A Hipótese do Amor” (corre que dá tempo!), a história é focada em Olive, uma estudante de doutorado que, para evitar perguntas sobre sua vida amorosa, inventa um namoro. Para sustentar a mentira, ela beija impulsivamente o professor Adam Carlsen, um cara conhecido por ser rabugento e nada amigável. O que começa como uma farsa logo se transforma em algo muito mais complicado, misturando ambição acadêmica e um romance inesperado.
Lili Reinhart nos Laboratórios do Amor: O Que Esperar da Adaptação?
Em entrevista ao Collider, Lili Reinhart compartilhou um pouco da experiência nas filmagens em Montreal e confessou o peso da expectativa dos fãs. “Eu já fiz coisas baseadas em IP antes, mas… o TikTok realmente amou o que estava recebendo, divulgando o filme”, disse a atriz. Ela ainda elogiou o elenco, especialmente Tom Bateman, que interpretará o professor Adam Carlsen. E gente, preciso dizer: a química entre eles nas fotos de bastidores já está me deixando ansiosa!
Um Elenco com Referências Internas: Preparados para a Metalinguagem?
A escolha de Tom Bateman para o papel de Adam Carlsen é uma sacada genial! Para quem não sabe, Bateman é casado com Daisy Ridley, a Rey de “Star Wars”, e o romance entre Rey e Kylo Ren (Adam Driver) foi uma das inspirações para Ali Hazelwood escrever “A Hipótese do Amor”. É muita metalinguagem para um filme só! A própria Daisy Ridley já comentou que achou a ideia “muito emocionante e legal”.
Por Trás das Câmeras: Quem Está Transformando o Livro em Filme?
A direção do filme está nas mãos de Claire Scanlon, que já dirigiu a comédia romântica “Disque Amiga para Matar”. O roteiro é assinado por Sarah Rothschild, que trabalhou em “A Festa do Pijama”. E para deixar os fãs ainda mais tranquilos, a própria Ali Hazelwood está envolvida como produtora executiva, garantindo que a essência da história seja mantida na adaptação.
De “Orgulho e Preconceito” a “After”: A Fórmula do Enemies to Lovers
“A Hipótese do Amor” bebe da fonte de clássicos como “Orgulho e Preconceito” e “A Megera Domada”, mas também dialoga com obras mais recentes como “After” e “The Hating Game”. A fórmula do “enemies to lovers” (inimigos que se apaixonam) é um sucesso garantido, e a combinação de romance, humor e dilemas da vida adulta faz com que a gente se identifique com os personagens e torça por eles. Mal posso esperar para ver essa história ganhando vida nas telonas!