Filmes & Séries

De “Anaconda” a “Troll 2”: Uma maratona de filmes tão ruins que são geniais (para rir com os amigos!)

  • agosto 29, 2025
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Sabe aqueles filmes que são tão, mas tão ruins, que dão a volta e se tornam hilários? Aqueles que você assiste com os amigos, munido de petiscos e

De “Anaconda” a “Troll 2”: Uma maratona de filmes tão ruins que são geniais (para rir com os amigos!)

Sabe aqueles filmes que são tão, mas tão ruins, que dão a volta e se tornam hilários? Aqueles que você assiste com os amigos, munido de petiscos e muita disposição para rir? Então, prepare-se, porque hoje vamos mergulhar em uma lista de filmes que desafiam a lógica cinematográfica e proporcionam momentos inesquecíveis (e bizarros) de puro entretenimento trash. Confesso que sou viciada nesse tipo de experiência, e nada melhor do que uma noite de “cinema” com os amigos para descontrair e dar boas gargalhadas.

Anaconda: Quando o trash encontra o “monstro clássico”

Apesar de ter recebido uma indicação ao Framboesa de Ouro (o “anti-Oscar”), “Anaconda” (1997) tem seu charme. Ok, talvez seja um charme peculiar, mas inegável. Com um elenco que inclui Jon Voight (com uma atuação… digamos, “memorável”), Jennifer Lopez e Ice Cube, o filme nos leva para a Amazônia em busca de uma cobra gigante.

O que torna “Anaconda” tão divertido? As cenas exageradas, os efeitos especiais datados e a própria premissa absurda. Aquele rio que desafia a gravidade e corre para cima? Hilário! E a cena do macaco brotando do nada na boca da cobra? Genial! Se você curte filmes de monstro clássicos com uma pitada de trash, “Anaconda” é um prato cheio. E para quem está curioso, rolam boatos de um possível remake com Jack Black e Paul Rudd, o que indica que a vibe cômica deve ser mantida.

Os Vingadores (1998): Espionagem “engraçada”? Nem tanto…

Baseado na clássica série de TV britânica, “Os Vingadores” (1998) tinha tudo para ser um sucesso. Ralph Fiennes e Uma Thurman no elenco, Sean Connery como vilão… O que poderia dar errado? Quase tudo.

O filme é uma mistura indigesta de espionagem e comédia que simplesmente não funciona. Sean Connery parece se divertir horrores no papel de vilão caricato, mas o resultado é um festival de exageros. Os capangas vestidos de ursinhos de pelúcia gigantes? Sem comentários. O filme é tão ruim que chega a ser engraçado, mas não pelas razões certas. É o tipo de produção que te faz questionar como alguém teve a ideia de investir 60 milhões de dólares nisso.

Freddy Got Fingered: Uma viagem lisérgica ao mundo da bizarrice

Prepare-se para entrar em um universo de puro nonsense com “Freddy Got Fingered” (2001). Dirigido e estrelado por Tom Green, o filme é uma ode ao humor escatológico e ao politicamente incorreto.

A trama (se é que podemos chamar assim) acompanha um aspirante a cartunista que tem uma relação conflituosa com o pai. As situações bizarras se sucedem em um ritmo alucinante, culminando em cenas como a da masturbação do elefante paquistanês. Sim, você leu certo. “Freddy Got Fingered” é o tipo de filme que divide opiniões: ou você ama, ou odeia. Não existe meio termo. Se você busca algo fora da caixa e não se importa com o bom senso, essa é a sua pedida.

Howard, o Super-Herói: Um pato da Marvel fora da casinha

Antes dos blockbusters da Marvel dominarem o cinema, existiu “Howard, o Super-Herói” (1986). E que filme… peculiar. A premissa já é bizarra: um pato alienígena chega à Terra e precisa lutar contra um vilão maluco.

O filme é um festival de efeitos especiais toscos, piadas sem graça e situações constrangedoras. O mais curioso é que, durante 12 anos, “Howard, o Super-Herói” foi a única adaptação de uma HQ da Marvel para o cinema. Dá para acreditar? Se você quer ver um lado B da Marvel e se divertir com um filme que não se leva a sério, “Howard, o Super-Herói” pode ser uma boa opção.

The Room: A obra-prima do “tão ruim que é bom”

Tommy Wiseau é um gênio incompreendido. Ou talvez só um cara com muita paixão e pouco talento. Seja como for, ele é o responsável por “The Room” (2003), um filme que se tornou um clássico cult do cinema trash.

Com atuações amadoras, roteiro incoerente e direção questionável, “The Room” é um manual de “como não fazer um filme”. Mas é justamente essa combinação de fatores que o torna tão irresistível. As cenas são hilárias, os diálogos são memoráveis (“Oh, hi Mark!”) e a história é… bem, a história é o de menos. Se você quer entender o fenômeno “The Room”, sugiro assistir ao filme “O Artista do Desastre” (2017), que conta os bastidores dessa produção épica.

Troll 2: Goblins vegetarianos e o terror da pipoca verde

Prepare-se para o ápice do trash com “Troll 2” (1990). Sequência que não tem absolutamente nada a ver com o filme original, “Troll 2” é um universo paralelo onde goblins vegetarianos transformam humanos em plantas para comê-los.

O filme é tão ruim que chega a ser genial. As atuações são canastronas, os efeitos especiais são risíveis e o roteiro é um amontoado de absurdos. Mas é justamente essa falta de pretensão que o torna tão divertido. A cena do garoto gritando “They’re eating her… and then they’re going to eat me… oh my Goddddd!” é um clássico instantâneo. Se você busca um filme para rir do começo ao fim, “Troll 2” é a escolha perfeita.

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