Atenção, pais e fãs de cultura pop! O Governo Federal está planejando uma mudança que pode impactar a forma como consumimos filmes, séries e games no Brasil. A Secretaria Nacional de Direitos Digitais quer criar uma nova faixa etária na Classificação Indicativa, a famosa “Classind”, e a novidade deve chegar já no próximo mês. Será que essa mudança é para melhor? Vem comigo que eu te conto tudo!
O que muda com a nova Classificação Indicativa?
Segundo informações do jornal O Globo, a ideia principal é criar uma faixa de “não recomendado para menores de 6 anos”. O objetivo? Desvincular a classificação “Livre” de conteúdos que contenham qualquer tipo de violência, mesmo que de forma simbólica, e que possam ser assistidos por crianças.
A justificativa é que nessa idade, as crianças são muito influenciáveis pelo que veem, mas já começam a entender regras sociais e narrativas. Faz sentido, né? Quem nunca viu uma criança imitando um super-herói dando um soco no ar depois de assistir um filme?
Por que essa mudança é importante?
Como fã de animes e mangás, eu sei que muitas vezes rola aquela dúvida: “Será que meu filho pode assistir isso?”. Afinal, mesmo desenhos aparentemente inofensivos podem ter cenas de luta ou temas mais complexos. Essa nova classificação pode ajudar os pais a fazerem escolhas mais conscientes sobre o que seus filhos consomem.
Além disso, a mudança pode influenciar a produção de conteúdo para crianças no Brasil. Se os criadores souberem que existe uma faixa etária específica para conteúdos mais leves, eles podem se sentir mais incentivados a criar obras que atendam a essa demanda.
Como funciona a Classificação Indicativa atualmente?
Hoje, a Classind trabalha com as seguintes faixas etárias: Livre, 10 anos, 12 anos, 14 anos, 16 anos e 18 anos. Cada classificação indica a idade mínima recomendada para assistir a um determinado conteúdo, levando em conta temas como violência, drogas e sexualidade.
É importante lembrar que a Classificação Indicativa é uma ferramenta para orientar os pais, mas a decisão final sobre o que seus filhos assistem é sempre deles.
Consulta pública: sua voz importa!
A Secretaria Nacional de Direitos Digitais pretende abrir uma consulta pública sobre o assunto nas próximas semanas. Essa é a sua chance de dar a sua opinião e ajudar a moldar a nova Classificação Indicativa! Fique de olho nos canais oficiais do governo para saber como participar.
O que esperar do futuro da Classificação Indicativa?
É difícil prever o futuro, mas uma coisa é certa: a forma como consumimos conteúdo está mudando cada vez mais rápido. Com a popularização dos streamings e a facilidade de acesso a filmes e séries de todo o mundo, é fundamental que a Classificação Indicativa esteja sempre atualizada e relevante.
Eu, como fã de cultura pop, espero que essa mudança seja para melhor e que ajude a proteger as crianças sem limitar a criatividade dos artistas. E você, o que acha dessa novidade? Deixe sua opinião nos comentários!