A saga do novo Capitão América nos cinemas foi mais turbulenta que um episódio filler de Naruto! Originalmente, “Capitão América: Admirável Mundo Novo” prometia um verdadeiro ninho de cobras com a Sociedade da Serpente aterrorizando Sam Wilson. Mas, no fim das contas, a trama foi simplificada e o resultado… bem, digamos que não agradou a todos. Será que a Marvel exagerou na dose de vilões ou a receita simplesmente não funcionou?
Sociedade da Serpente: Uma ideia que não rastejou para frente
A ideia inicial era ambiciosa: colocar o novo Capitão América contra vários membros da Sociedade da Serpente, incluindo a Cascavel, interpretada por Rosa Salazar (de “Alita: Anjo de Combate”). Imaginem a cena: um festival de veneno e escamas para dar trabalho ao Falcão que virou Capitão! Mas, como a própria Salazar revelou em entrevista ao Collider, a trama com múltiplos vilões “simplesmente não estava funcionando”. Parece que a Marvel percebeu que o excesso de personagens estava diluindo a história, e a solução foi enxugar a equipe, focando no vilão Coral (interpretado por Giancarlo Esposito, o eterno Gus Fring de “Breaking Bad”).
Refilmagens salvadoras ou maquiagem em um desastre?
As refilmagens são comuns em Hollywood, mas, no caso de “Capitão América 4”, elas foram extensivas e, aparentemente, necessárias para dar um mínimo de coesão à narrativa. A decisão de simplificar a trama pode ter sido crucial para evitar um desastre ainda maior. Afinal, quem precisa de um monte de cobras venenosas quando se tem um vilão carismático como o Coral? Particularmente, acho que Esposito sempre entrega uma atuação impecável, então a escolha de focar nele pode ter sido um acerto.
O alto custo de um “novo mundo”
Com um orçamento estimado em mais de US$ 300 milhões, “Capitão América: Admirável Mundo Novo” arrecadou US$ 415 milhões mundialmente. Para um filme da Marvel, esses números são preocupantes e indicam que o estúdio pode ter tido prejuízo. Será que o público não se conectou com o novo Capitão América? Ou será que a fórmula da Marvel está começando a mostrar sinais de desgaste? Particularmente, acho que falta um pouco do carisma de Steve Rogers, mas Anthony Mackie tem potencial para brilhar ainda mais no papel.
O futuro do Capitão América: Esperança em “Doomsday”?
Apesar dos percalços, Sam Wilson terá a chance de mostrar seu valor novamente em “Doomsday” (2026), que está em produção no Reino Unido. Resta saber se a Marvel aprendeu com os erros do passado e se o novo filme trará uma história mais envolvente e um vilão à altura do Capitão América. Eu, como fã, torço para que sim! Afinal, o legado do escudo merece ser honrado.
Onde assistir e o que esperar?
Se você ainda não conferiu “Capitão América: Admirável Mundo Novo”, o filme está disponível no Disney+. Vale a pena assistir para tirar suas próprias conclusões e se preparar para o que vem por aí. Quem sabe, em “Doomsday”, a Sociedade da Serpente não faça uma participação especial? Nunca se sabe o que a Marvel tem guardado em suas mangas… ou melhor, em suas escamas! (Fonte: CBR)