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Bad Bunny no Super Bowl: Uma Escolha Genial ou Heresia Cultural?

  • outubro 10, 2025
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Preparem os corações (e os ouvidos), porque o Super Bowl deste ano promete ser ÉPICO! A NFL anunciou que o furacão porto-riquenho Bad Bunny vai incendiar o palco

Bad Bunny no Super Bowl: Uma Escolha Genial ou Heresia Cultural?

Preparem os corações (e os ouvidos), porque o Super Bowl deste ano promete ser ÉPICO! A NFL anunciou que o furacão porto-riquenho Bad Bunny vai incendiar o palco do show do intervalo, e a internet… bom, a internet explodiu. De um lado, a galera vibrando com a representatividade e o talento inegável do “Conejo Malo”. De outro, uma turma mais conservadora questionando se ele é a escolha certa para um evento tão “americano”. Mas será que essa polêmica toda faz sentido? Vem comigo que eu te conto!

Bad Bunny: O Rei Que Quebra Recordes

Vamos aos fatos, porque números não mentem: Bad Bunny não é só um artista popular, ele é um FENÔMENO global. O cara coleciona Grammys, Billboard Music Awards, Latin Grammys, MTV Video Music Awards, residências históricas que injetaram milhões na economia de Porto Rico (segundo estimativas do Wells Fargo) e quebra recordes de streaming que parecem impossíveis. “Un Verano Sin Ti”, por exemplo, é o álbum mais transmitido do Spotify de todos os tempos, ultrapassando a marca absurda de 20 bilhões de streams! É tipo o “Thriller” da nossa geração, só que em espanhol e com muito mais flow.

E não para por aí: ele foi o artista mais ouvido do Spotify em 2020, 2021 e 2022. Três anos seguidos! Isso sem falar nos shows esgotados em arenas gigantescas ao redor do mundo. Alguém duvida que ele vai atrair uma audiência massiva para o Super Bowl? Acho que não, né?

O “Antiamericanismo” em Debate

Aí entra a polêmica: alguns críticos mais conservadores acusam Bad Bunny de ser “antiamericano” por conta de suas letras com mensagens políticas e seu ativismo. Ele já criticou o imperialismo dos EUA em Porto Rico, as políticas de imigração da administração Trump e até se recusou a fazer shows em alguns estados americanos por medo de que o ICE (a polícia de imigração dos EUA) usasse seus shows para perseguir fãs latinos.

Mas peraí, desde quando protestar é “antiamericano”? Os Estados Unidos foram fundados em cima de protestos! A liberdade de expressão é um dos pilares da Constituição americana. E Bad Bunny está apenas usando sua voz para falar sobre questões que importam para ele e para sua comunidade.

Além disso, não é a primeira vez que a NFL escolhe um artista politicamente engajado para o show do intervalo. Kendrick Lamar, Beyoncé e outros já usaram o palco do Super Bowl para fazer declarações importantes sobre questões raciais e sociais. E ninguém questionou a “americanidade” deles por causa disso.

Xenofobia Disfarçada?

Outro ponto levantado pelos críticos é que Bad Bunny seria “estrangeiro” demais para representar os EUA no Super Bowl. Oi? Primeiro, Porto Rico faz parte dos Estados Unidos, então ele é cidadão americano desde que nasceu. Segundo, os EUA são um país multicultural e multilíngue, com centenas de idiomas falados em seu território.

Afinal, qual o problema de um artista cantar em espanhol e celebrar a cultura latina? A apresentação de Bad Bunny no Super Bowl pode ser uma oportunidade incrível de mostrar a diversidade e a riqueza cultural dos Estados Unidos para o mundo todo.

Um Show para Quebrar Barreiras

No fim das contas, a escolha de Bad Bunny para o show do intervalo do Super Bowl é uma jogada genial da NFL. Além de atrair uma audiência gigantesca e gerar muita receita, ele representa uma nova geração de artistas que não têm medo de usar sua voz para falar sobre o que acreditam.

É claro que nem todo mundo vai gostar da música dele, e isso é normal. Mas dizer que ele não é adequado para o Super Bowl é ignorar sua importância cultural e seu impacto global. Preparem-se, porque o “Conejo Malo” vai fazer história!

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