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Chris Pratt: O MAIOR FILME de ficção científica do Star-Lord NÃO É o que você pensa (e o que quase o afundou)

  • julho 3, 2026
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Se você acompanha o mundo geek, é impossível não ter notado que Chris Pratt está *em todo lugar*. De guaxinins falantes a domadores de dinossauros, o ator que

Chris Pratt: O MAIOR FILME de ficção científica do Star-Lord NÃO É o que você pensa (e o que quase o afundou)

Se você acompanha o mundo geek, é impossível não ter notado que Chris Pratt está *em todo lugar*. De guaxinins falantes a domadores de dinossauros, o ator que conquistou nossos corações como o adorável Andy Dwyer em *Parks and Recreation* explodiu no universo sci-fi em 2014 com *Guardiões da Galáxia* e, desde então, não parou mais. Ele se tornou o rosto de algumas das maiores franquias da cultura pop, e é fascinante ver como ele navegou por blockbusters e tropeços épicos. Mas qual desses papéis no espaço, em mundos com dinossauros ou futuros distópicos realmente se destaca? E qual deles quase o fez naufragar? Prepare-se, porque a lista que preparei para a InnovaGeek vai desafiar algumas das suas expectativas e reacender debates que a gente adora!

Queda e Ascensão: Os Primeiros Passos Sci-Fi de Pratt

Vamos ser sinceros: nem tudo que Chris Pratt toca vira ouro, e a ficção científica dele tem seus altos e baixos bem marcados. Começando pelo que, para muitos fãs e críticos, foi um grande deslize:

**11) *Passageiros* (2016)**
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Ah, *Passageiros*… um filme com uma premissa tão interessante, mas que se tornou um labirinto moral. Pratt interpreta Jim Preston, um engenheiro que acorda 90 anos antes do previsto em uma nave colonial e, isolado, decide acordar outra passageira (Jennifer Lawrence, a nossa querida Katniss Everdeen) sem o consentimento dela. A ideia era ser um drama sci-fi cerebral, mas, como fã, confesso que a forma como o filme tenta romantizar a decisão de Jim é perturbadora. É quase como assistir a um episódio de *Black Mirror* que deu errado, onde a “solução” para a solidão é uma violação ética. Apesar do sucesso de bilheteria, a recepção crítica (30% no Rotten Tomatoes) e do público (63%) deixa claro que a “romantização” não colou. Pratt entrega uma atuação sólida, mas a narrativa, para mim, é o verdadeiro vilão aqui.

**10) *Jurassic World: Domínio* (2022)**
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A trilogia *Jurassic World* com Pratt e Bryce Dallas Howard teve um início promissor, mas, cá entre nós, o terceiro filme… foi um dinossauro sem rumo. *Domínio* apostou todas as fichas no retorno do trio original (Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum) juntos pela primeira vez desde 1993. E sim, ver a galera reunida é legal, mas não foi o suficiente para salvar o enredo. O filme faturou mais de 1 bilhão de dólares, provando que o público ainda ama dinossauros CGI, mas a crítica massacrou (28%). O grande problema, na minha opinião, foi soltar os dinossauros pelo mundo. A tensão de estar preso com eles em um parque ou ilha se perdeu, e a aventura virou uma caça sem o mesmo impacto.

**9) *The Electric State* (2025)**
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Essa é uma aposta recente da Netflix que gerou muita expectativa, especialmente para quem conhece a obra ilustrada de Simon Stålenhag. Com Millie Bobby Brown (a Eleven!) no papel principal e os irmãos Russo (sim, os diretores de *Vingadores: Ultimato*) no comando, *The Electric State* tinha tudo para ser épico. Pratt como um contrabandista é uma escolha interessante, mas mesmo com o orçamento altíssimo (US$ 320 milhões, um dos mais caros da Netflix!), o filme patinou. A crítica (14%) e o público (67%) foram claros: a atuação e o visual são bons, mas o filme tenta abraçar mundos demais e acaba não se aprofundando em nenhum. É uma pena, pois a premissa de um futuro distópico com drones e VR viciante tinha um potencial incrível para um debate à la *Ready Player One* ou *Blade Runner*.

**8) *Jurassic World: Reino Ameaçado* (2018)**
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O segundo *Jurassic World* tentou algo diferente, e eu dou crédito por isso. Voltar para a Ilha Nublar para “resgatar” os dinossauros antes de uma erupção vulcânica, para depois descobrir um leilão no mercado negro? É um toque de terror gótico no meio da ação, com J.A. Bayona (de *O Orfanato*) na direção, que fez tudo parecer lindo e assustador. A crítica foi um pouco melhor (47%), mas o público ainda dividiu opiniões. A mudança de cenário para uma mansão, transformando o filme em um slasher com dinossauros, foi divisiva. Embora Owen de Pratt seja mais reativo aqui, a história é mais focada e, para mim, mais assustadora que a do *Domínio*.

**7) *A Guerra do Amanhã* (2021)**
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Durante a pandemia, *A Guerra do Amanhã* foi um dos grandes salvadores do streaming para quem curte sci-fi de ação. Pratt tentou criar sua própria franquia como Dan Forester, um professor e veterano que é recrutado para uma guerra 30 anos no futuro contra alienígenas. O filme, que seria para cinema, quebrou recordes no Prime Video e superou até mesmo lançamentos do Disney+. Com 52% da crítica e 76% do público, a premissa é inventiva, misturando *No Limite do Amanhã* com *Looper*. O problema? O terceiro ato, que prometia muito, desmoronou e deixou um gostinho de “sequência que talvez nunca venha”, o que, como fã, é sempre frustrante.

**6) *Mercy* (2026)**
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Em 2026, Pratt se arriscou em um sci-fi mais contido e intelectual com *Mercy*, dirigido por Timur Bekmambetov (com quem ele já trabalhou em *O Procurado*). Ele é o Detetive Chris Raven, um policial que, em 2029, se vê acusado de um crime que não cometeu, tendo que provar sua inocência para uma IA juíza que ele mesmo ajudou a criar. Apesar do orçamento menor, foi um fracasso de bilheteria. Mas, para mim, é um filme mais instigante, que te faz pensar. Ver Pratt a maior parte do tempo amarrado a uma cadeira, ouvindo a ação se desenrolar, é uma prova de que ele pode carregar um filme sem a ação desenfreada. É uma abordagem mais madura da ficção científica.

O Reino dos Dinossauros e a Família Espacial

Agora, vamos para os filmes que solidificaram Chris Pratt como um astro da ficção científica, misturando carisma com grandes espetáculos.

**5) *Guardiões da Galáxia Vol. 3* (2023)**
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O adeus de James Gunn ao MCU e dos Guardiões como os conhecemos foi uma montanha-russa emocional. Pratt retorna como Peter Quill/Senhor das Estrelas, mas o foco principal é a história de origem traumática de Rocket. O filme tem a ação e o humor de sempre, mas aprofunda-se em temas como trauma, família encontrada e autodescoberta. Foi um sucesso estrondoso (82% da crítica, 94% do público), elogiado pela história tocante. Como fã, eu amei, mas é inegável que, na hierarquia dos Guardiões, Star-Lord acaba sendo menos central aqui, o que, para um ranking focado em Pratt, o coloca um pouco abaixo.

**4) *Jurassic World* (2015)**
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O primeiro *Jurassic World* foi um retorno triunfal para a franquia, e foi aqui que Chris Pratt realmente se firmou como um astro de ação. Ele interpreta Owen Grady, um veterano da Marinha e especialista em velociraptors em um parque temático *realmente* operacional. O filme entregou o que a trilogia original apenas insinuava: dinossauros à solta em um parque cheio de gente. Com um orçamento de US$ 150 milhões, faturou US$ 1.672 bilhão, tornando-se o terceiro filme de maior bilheteria de todos os tempos na época! A performance de Pratt como Owen foi um dos pilares do sucesso, e ter os dinossauros confinados no parque gerou uma tensão e emoção que, como vimos, se perdeu nos filmes seguintes.

**3) *Guardiões da Galáxia Vol. 2* (2017)**
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Para mim, este é o auge de Peter Quill como personagem. Enquanto o primeiro filme uniu a equipe, e o terceiro focou em Rocket, o *Vol. 2* é todo sobre Peter descobrindo sua verdadeira identidade, confrontando a morte da mãe e se tornando um líder. Ele conhece seu pai, Ego (Kurt Russell), um planeta vivo que pode assumir forma humana, e precisa decidir entre uma herança cósmica e a família que ele escolheu. A relação com Yondu (Michael Rooker) entrega um dos momentos mais emocionantes de todo o MCU. É uma sequência mais madura e emocionalmente complexa, mostrando a profundidade que a ficção científica de super-heróis pode alcançar.

O Legado Estelar: Quando o Obscuro Virou Lenda

Chegamos ao topo da lista, aos filmes que não só definiram a carreira sci-fi de Chris Pratt, mas também deixaram uma marca indelével na cultura pop.

**2) *Guardiões da Galáxia* (2014)**
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O filme que mudou tudo! Em 2014, James Gunn pegou uma equipe de super-heróis obscura da Marvel – tão obscura que a formação do filme nem existia nos quadrinhos antes de 2008 – e a transformou em um fenômeno. *Guardiões da Galáxia* é puro fator diversão, com um humor sarcástico inigualável, uma química impecável entre personagens desajustados e uma trilha sonora que virou um clássico instantâneo. O filme faturou US$ 773.3 milhões, sendo o maior filme da Marvel fora dos *Vingadores* até então. Críticos (91%) e público (92%) foram unânimes. Foi o primeiro papel que estabeleceu Pratt como um herói de ação legítimo, e ele entregou tudo. É um marco, inegável.

**1) *Vingadores: Guerra Infinita* (2018) / *Vingadores: Ultimato* (2019)**
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Sim, você leu certo. Embora Chris Pratt não seja o protagonista principal, a presença de Peter Quill/Senhor das Estrelas nestes filmes é tão monumental que, para mim, eles representam o ápice de sua carreira sci-fi. Estes dois filmes são o auge do cinema de conjunto, onde os Guardiões se unem aos Vingadores, Homem-Aranha, Pantera Negra e muitos outros para enfrentar a maior ameaça do universo: Thanos. Em *Guerra Infinita*, Quill está no centro da batalha, até que o estalar de dedos de Thanos o transforma em pó. Ele retorna gloriosamente em *Ultimato* para a batalha final que salvou a Terra. *Guerra Infinita* arrecadou US$ 2.052 bilhões, e *Ultimato* o superou, tornando-se o filme de maior bilheteria de todos os tempos (até a reestreia de *Avatar*).

É verdade que muitos fãs “odiaram” o Senhor das Estrelas por sua decisão impulsiva que quase impediu os heróis de derrotar Thanos em *Guerra Infinita*. Mas é exatamente isso que o torna tão humano e, de certa forma, tão impactante. Sua falha é um ponto crucial da trama, e a escala épica, a interconexão de universos e o legado cultural desses filmes são inigualáveis. É a culminação de uma década de histórias, e ter Chris Pratt como parte fundamental desse evento cinematográfico o coloca, sem dúvida, no topo da minha lista dos melhores filmes de ficção científica em que ele apareceu. Ele pode não ser o herói principal, mas foi uma peça essencial na tapeçaria mais grandiosa do gênero.

E aí, o que você achou dessa lista? Concorda, discorda? A cultura pop é feita de debates, e eu adoro saber a sua opinião!

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