Um ano após o estrondoso sucesso de Superman que deu o pontapé inicial para o novo DC Universe nos cinemas, a franquia está de volta às telonas com mais uma dose da família Super. Desta vez, Kara Zor-El, a nossa querida Supergirl, assume o centro do palco em um filme que promete ser um divisor de águas, inspirado na aclamada HQ “Woman of Tomorrow” de Tom King. Lançado no fim de um junho recheado de blockbusters – com “Mestres do Universo”, “Disclosure Day” e “Toy Story 5” competindo pela atenção do público –, Supergirl tinha a missão de não apenas brilhar, mas de provar que o DCU veio para ficar. E para nos dar um gostinho do que esperar, a Warner Bros. levantou o embargo das redes sociais uma semana antes da estreia, liberando as primeiras reações. E olha, o burburinho é grande!
Supergirl no Comando: Uma Nova Era para o DCU
As primeiras impressões sobre Supergirl já estão circulando online, e como boa fã de cultura pop, eu mergulhei de cabeça para ver o que o pessoal está achando. No geral, as respostas são majoritariamente positivas, mas, como em todo lançamento de peso, há sempre um ponto ou outro que gera debate – e é exatamente isso que amamos, não é? O filme parece estar pavimentando um caminho bem interessante para a Kara e para o futuro do DCU, e estou aqui para destrinchar os pontos mais quentes que surgiram. Preparem-se, porque a Mulher do Amanhã chegou para causar!
Por Trás das Câmeras: A Magia Visual de Craig Gillespie
Quando Craig Gillespie foi anunciado como diretor de Supergirl, confesso que meus olhos brilharam. O cara tem um talento nato para contar histórias estilosas e grandiosas sobre protagonistas complexas e um tanto bagunçadas – é só lembrar de “Eu, Tonya” e “Pam & Tommy”, que exploram a experiência feminina de forma tão crua e cativante. Embora Supergirl seja sua primeira incursão em uma grande adaptação de quadrinhos, Gillespie já mostrou sua expertise em produções de larga escala como “Cruella” e “Horas Decisivas”. E pelo que as reações iniciais indicam, ele mandou muito bem!
Um dos aspectos mais elogiados de Supergirl é o trabalho impressionante com efeitos práticos e o design de produção. Nosso colega Chris Killian, por exemplo, destacou que “o design, maquiagem e a arte com marionetes são todos dignos de Oscar” e que o visual de Krypton é “incrível”. Para mim, isso é música para os ouvidos! Em um mundo onde o CGI domina, ver um diretor apostar em efeitos práticos e um design de produção impecável é um sopro de ar fresco. É o tipo de detalhe que nos imerge totalmente no universo do filme, e o resultado parece ser um espetáculo visual que fará valer cada centavo do ingresso, especialmente em salas premium.
Um Vilão à Altura? O Desafio de Krem dos Montes Amarelos
Ah, os vilões… O calcanhar de Aquiles de muitos universos cinematográficos, não é mesmo? Nos primórdios do MCU, a crítica mais comum era justamente a falta de antagonistas memoráveis. No DCU, depois da performance espetacular de Nicholas Hoult como Lex Luthor em “Superman”, parecia que poderíamos evitar essa armadilha. Infelizmente, as reações iniciais de Supergirl apontam para um ponto fraco: o vilão Krem dos Montes Amarelos parece ser um tanto decepcionante.
Dizem que uma história é tão boa quanto seu vilão, e é uma pena ouvir que Krem, interpretado por Matthias Schoenaerts, não está entre os melhores dos últimos anos, especialmente depois que as produções de James Gunn como “Superman” e “Guardiões da Galáxia Vol. 3” entregaram antagonistas tão marcantes. Pelos trailers, Krem parecia uma presença ameaçadora e misteriosa, e Schoenaerts, sem dúvida, deu o seu melhor. Mas se as reações se confirmarem, podemos esperar um personagem um tanto raso, que serve mais como um obstáculo genérico do que um verdadeiro desafio emocional ou ideológico para Kara. Fico na torcida para que a profundidade venha em futuras aparições!
Além das Comparações: Supergirl Brilha com Identidade Própria
[Image via WB]
Desde o início da campanha de marketing, Supergirl estava sendo constantemente comparada aos filmes “Guardiões da Galáxia” de Gunn. Trailers com trilha sonora pop e uma heroína irreverente em uma aventura intergaláctica fizeram muitos pensarem que o DC finalmente tinha sua resposta para o sucesso da Marvel. Mas, para a nossa alegria e surpresa, as reações iniciais mostram que Supergirl é MUITO mais do que um “clone” de Guardiões!
As comparações que mais pipocam agora são com clássicos como “Mad Max”, “Bravura Indômita” (True Grit) e até “John Wick”! Mike Ryan, por exemplo, mencionou “mundos sujos, vilões grosseiros e uma heroína autodestrutiva”, remetendo diretamente ao universo pós-apocalíptico de Mad Max. A trama principal de Kara, que envolve uma missão emocionante para salvar a vida de Krypto, explica as referências a John Wick – quem não faria tudo por seu pet, não é? E a dinâmica dela com a jovem Ruthye Marye Knoll, que busca vingança pela morte de seus pais e recruta a ajuda de uma Kara mais calejada, traz a essência de “Bravura Indômita”. Isso é incrível! Ver um filme de super-herói se inspirar em gêneros tão diversos e com narrativas tão ricas mostra que o DCU está disposto a experimentar e aprofundar suas histórias, entregando não apenas entretenimento de verão, mas também uma trama comovente e, às vezes, mais sombria que a de Superman.
Lobo Chegou! Jason Momoa e o Anti-Herói Perfeito
Jason Momoa foi uma das figuras centrais do antigo DCEU como Aquaman, mas agora ele está de volta ao DC Universe no papel que ele sempre sonhou: Lobo! Momoa vinha defendendo esse papel desde que James Gunn assumiu a co-liderança da DC Studios, e não é difícil entender o porquê. Com sua presença de tela eletrizante e carisma natural, Momoa parecia o encaixe perfeito para o Maioral, e os resultados em Supergirl são tão fortes quanto os fãs poderiam esperar.
Chris Killian elogiou a performance de Momoa, dizendo que o ator está “se divertindo horrores como Lobo”. Erik Davis, do Fandango, observou que Momoa é “usado na medida certa, o que te satisfaz, mas também te deixa querendo mais”. Isso é a melhor notícia possível! Significa que Lobo será um dos grandes destaques de Supergirl e que o futuro de Momoa no DCU é promissor. O próprio ator já deu a entender que Gunn e sua equipe têm grandes planos para o personagem, mas o primeiro passo era fazer o público se apaixonar por essa nova versão. Pelas reações iniciais, a missão foi cumprida com louvor!
Milly Alcock: A Mulher do Amanhã Que o DCU Precisava
[Image Courtesy of WB]
Tivemos nosso primeiro vislumbre da Kara Zor-El do DCU no final de “Superman”, com a hilária e marcante participação de Milly Alcock. Naquele momento, já ficou claro o quão diferente ela é de seu primo, criando uma dinâmica superdivertida. Em Supergirl, veremos mais dessas personalidades conflitantes, mas o filme deste verão é o momento de Alcock brilhar. E, a julgar pelas reações iniciais, ela prova por que foi a escolha ideal para o papel. Praticamente todos concordam que Alcock entrega uma performance brilhante como a heroína titular.
Sua breve aparição em “Superman” já indicava que Gunn e sua equipe haviam acertado em cheio ao escalá-la como Supergirl, mas Alcock está aproveitando ao máximo sua oportunidade de protagonizar. O mais impressionante nesse papel é a habilidade de transmitir uma vasta gama de emoções. Kara não é uma garota festeira superficial; ela carrega um trauma imenso devido à sua trágica história de origem. Alcock, portanto, precisa lidar com momentos dramáticos tocantes, além de cenas de ação e comédia. Ela passa no teste com louvor, e estou super animada para ver o que a DC Studios reserva para ela em seguida!