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Diretor de Code Geass e One Piece: Film Red EXPÕE a VERDADE BRUTAL sobre a Qualidade dos Animes Atuais e o Segredo MAIS EMBARAÇOSO da Produção!

  • junho 8, 2026
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Se você é como eu, que vive e respira animes, deve ter notado que nem toda produção que chega às nossas telas tem o mesmo brilho, sabe? Às

Diretor de Code Geass e One Piece: Film Red EXPÕE a VERDADE BRUTAL sobre a Qualidade dos Animes Atuais e o Segredo MAIS EMBARAÇOSO da Produção!

Se você é como eu, que vive e respira animes, deve ter notado que nem toda produção que chega às nossas telas tem o mesmo brilho, sabe? Às vezes, a expectativa lá em cima e a entrega… bem, deixa a desejar. E quem melhor para falar sobre isso do que um mestre da animação japonesa? Goro Taniguchi, a mente brilhante por trás de clássicos como *Code Geass* e do explosivo *One Piece: Film Red*, recentemente abriu o jogo e não poupou críticas à indústria. Ele esteve em uma palestra na Universidade de Keio, no Japão, e as verdades que ele trouxe à tona são um verdadeiro soco no estômago para qualquer fã e profissional.

A Visão Crítica de um Mestre: Goro Taniguchi Não Poupa Ninguém

O cara que nos deu Lelouch Lamperouge e o Luffy em sua melhor forma no cinema não está para brincadeira. Goro Taniguchi, com sua vasta experiência, apontou o dedo para uma das maiores falhas da produção de animes: a falta de supervisão dos diretores. Para ele, essa lacuna resulta em animes de “qualidade inferior” e, o que é ainda mais preocupante, impede o desenvolvimento adequado dos novos talentos da indústria. Como fã, sinto na pele essa diferença. Não é raro nos depararmos com obras que começam com um potencial gigantesco, mas que, ao longo dos episódios, parecem perder o rumo ou a consistência visual. É uma crítica pesada, mas, sinceramente, quem de nós nunca sentiu isso ao assistir um anime que prometia muito e entregou pouco? É como comparar a complexidade narrativa e visual de *Code Geass* com alguns dos lançamentos mais apressados de hoje. A diferença é gritante.

O “Antes e Depois” Que Ninguém Queria Ver: A Falha na Supervisão

Um dos pontos mais curiosos e, ao mesmo tempo, constrangedores levantados por Taniguchi diz respeito aos diretores de fotografia. Ele notou a tendência desses profissionais de postarem nas redes sociais (tipo o nosso X, antigo Twitter) imagens de “antes e depois” da aplicação de seus efeitos em cenas de anime. A princípio, pode parecer uma ótima forma de mostrar o trabalho, né? Mas Taniguchi vê isso com outros olhos. Para ele, se essas postagens mostrassem um processo seguindo à risca as instruções do diretor principal, tudo bem. O problema é que, na maioria das vezes, o que estamos vendo são, na verdade, *correções* necessárias. O material bruto chega com defeitos tão grandes que o diretor de fotografia precisa fazer milagres para consertar, e não para aprimorar uma visão já estabelecida.

“A maneira correta de fazer isso é o diretor planejar tudo desde o início e instruir o diretor de fotografia a fazer dessa forma. O resultado de todos fazendo as coisas de forma desconectada é comida de má qualidade. Se essa era a intenção deles, tudo bem. Mas não é, é comida de má qualidade resultante do processo. Isso é perigoso”, alertou Taniguchi (via Anime Corner).

Pensa só, gente! Aquelas imagens que a gente vê e acha legal, na verdade, podem ser um gritos de socorro disfarçados de profissionais tentando salvar o que podem de um processo falho. É de cortar o coração.

A Maldição do “Uma Temporada Só”: Impacto no Aprendizado

Outra crítica que ressoa profundamente é sobre o aumento exponencial de animes com apenas uma única temporada (o famoso “cour”, de 11 a 13 episódios), uma tendência que Taniguchi observa desde 2005. Antigamente, ele lembra, duas temporadas eram o padrão. Essa mudança drástica, segundo o cineasta, desfez o sistema de aprendizado entre os membros da equipe. Com apenas uma temporada, um profissional pode estar envolvido em, no máximo, três episódios.

“Três episódios não são suficientes para aprender nada. O sistema de treinamento falha. Esse problema ainda não foi resolvido adequadamente”, disse ele.

Essa é uma das dores que mais sinto como fã. Quantos animes incríveis começaram e nunca mais voltaram? E o pior, a equipe por trás nunca teve a chance de realmente crescer com o projeto. Antigamente, séries como *Dragon Ball Z*, *Naruto* ou *Sailor Moon* davam tempo para a equipe respirar, aprender e evoluir. Hoje, com a avalanche de isekais e adaptações rápidas, parece que a prioridade é lançar, não refinar. O gráfico apresentado por Taniguchi, mostrando o aumento dessas produções de curta duração, é um soco no estômago e ilustra perfeitamente a gravidade do problema.


Reprodução.

A Esperança Está nos Gigantes (e nas Crianças?)

Apesar do cenário sombrio, Taniguchi aponta uma luz no fim do túnel: os grandes estúdios que produzem animes voltados para o público infantil. Empresas como Toei Animation (responsável pela longeva franquia *Pretty Cure*), TMS Entertainment e Shin-Ei Animation conseguem contornar essa situação. Por que? Porque suas séries geralmente têm longa duração, o que permite um ambiente de aprendizado contínuo e mais robusto para suas equipes. É quase irônico que a salvação venha de onde menos esperamos, das séries infantis. Mas faz todo o sentido! Projetos longos significam estabilidade, tempo para mentoria e um ciclo de aprendizado completo, algo que a indústria de animes para o público jovem e adulto parece ter perdido.

O Futuro da Animação Japonesa: Um Alerta Necessário

A fala de Goro Taniguchi não é só uma crítica; é um alerta para todos nós, fãs e profissionais. Queremos animes de qualidade, feitos com paixão e expertise. E para isso, a indústria precisa repensar suas bases, valorizando o tempo de desenvolvimento, a supervisão e o aprendizado contínuo. Enquanto esperamos por essas mudanças, podemos conferir o mais recente trabalho de Taniguchi, *L’étoile de Paris en Fleur*, que estreou em março nos cinemas japoneses. E para quem quer revisitar seus clássicos, *One Piece: Film Red* está disponível na Amazon Prime Video com dublagem, e *Code Geass* pode ser maratonado na Crunchyroll, com áudio original e legendas em português. Fica a reflexão: que tipo de animes queremos ver no futuro?

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