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Os X-Men Têm Mais Histórias Épicas do Que Você Imagina! 7 Arcos Esquecidos Que Merecem Ser Lidos Agora

  • maio 30, 2026
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Olá, mutantes e amantes da cultura pop! Aqui é a Lana da InnovaGeek, e hoje a gente vai mergulhar em um universo que está mais em alta do

Os X-Men Têm Mais Histórias Épicas do Que Você Imagina! 7 Arcos Esquecidos Que Merecem Ser Lidos Agora

Olá, mutantes e amantes da cultura pop! Aqui é a Lana da InnovaGeek, e hoje a gente vai mergulhar em um universo que está mais em alta do que nunca: os X-Men! Com a expectativa lá no alto para a nova série animada e a iminente entrada deles no MCU, todo mundo está falando dos clássicos. “Dias de um Futuro Esquecido”, “A Saga da Fênix Negra”, “A Era do Apocalipse”… sim, são obras-primas! Mas, gente, vocês não sabem o que estão perdendo se pararem por aí. Os X-Men, desde a sua criação em 1963, acumularam *milhares* de histórias, e muitas delas, que são absolutamente fantásticas, acabam caindo no esquecimento. É como descobrir um anime incrível que só os mais hardcore conhecem. Preparem-se, porque eu separei sete arcos que são pura joia escondida e que, na minha humilde opinião de fã, precisam urgentemente ser redescobertos!

A Força dos Anos 90: Além do Óbvio

Ah, os anos 90! A década em que os X-Men dominaram as bancas e a TV, com direito a desenhos animados icônicos e uniformes que são puro suco da época. Muita gente lembra dos grandes eventos, mas a verdade é que o dia a dia dos mutantes era recheado de pequenas joias que passaram batido.

Vamos começar com **Uncanny X-Men (vol. 1) #342-345**. Essa minissérie, escrita por Scott Lobdell e com a arte vibrante de Joe Madureira, Salvador Larocca e Melvin Rubi, é um deleite visual e narrativo. Pensem comigo: uma equipe inusitada dos X-Men – com Rogue, Fera, Gambit, Míssil, Homem de Gelo, Joseph, Bishop e a Trish Tilby (sim, a namorada do Fera, quebrando a quarta parede com a gente!) – se une à lendária Ave de Guerra para enfrentar os Phalanx. É uma aventura intergaláctica que mistura ação frenética com o charme único daquele elenco. É como assistir a um episódio perdido de *Cowboy Bebop* com a pegada de um *Star Wars* mais roots. E o melhor? Ela prepara o terreno para eventos maiores, como a famosa “Operação: Tolerância Zero”, que também merece um reread!

Image Courtesy of Marvel Comics

Outra pérola da década que, para mim, é um divisor de águas é **Uncanny X-Men #353-355**. Em 1997, Scott Lobdell estava de saída, e Steven T. Seagle e Chris Bachalo (sim, ele de novo!) assumiram as rédeas. Após a “Operação: Tolerância Zero” ter varrido a Mansão X, a equipe se vê sem nada, tendo que recomeçar do zero. É um momento de vulnerabilidade e reinvenção que eu adoro! Rogue está em crise, Jean e Scott estão no Alasca, e começam a aparecer uns pássaros misteriosos, o Sauron surge… A história é um caos organizado que mostra a resiliência dos X-Men. Bachalo, com sua arte estilizada, consegue capturar perfeitamente a estranheza e a emoção desses momentos. É um *fresh start* que muitos arcos de hoje em dia poderiam aprender.

Uncanny X-Men #353-355
Image Courtesy of Marvel Comics

E por falar em Chris Bachalo, ele volta em **X-Men (Vol. 2) #77-78**, na fase do Joe Kelly (outro escritor que, na minha opinião, deveria ter tido uma run mais longa com os mutantes!). Essa história, “Psi-War”, com arte de German Garcia, é um show de horror psicológico. A equipe é atacada pelo deus trapaceiro africano Anansi, mas a verdadeira ameaça é o retorno do Rei das Sombras, um dos vilões mais aterrorizantes e subestimados dos X-Men! Sem um telepata de alto nível e com os poderes da Psylocke em pane, a situação é desesperadora. É uma corrida contra o tempo onde o sacrifício parece ser a única saída. Me lembra um pouco o clima de tensão de um bom arco de *Attack on Titan*, onde a cada virada de página a esperança diminui. Kelly e Garcia entregaram uma bomba que merecia muito mais destaque nos debates sobre os melhores momentos dos X-Men dos anos 90.

X-Men (Vol. 2) #77-78
Image Courtesy of Marvel Comics

Por fim, ainda nos 90, temos **Uncanny X-Men #329-330**. O período pós-“Era do Apocalipse” foi um pouco morno para a popularidade dos mutantes, mas essa dupla de edições, de Scott Lobdell, Jeph Loeb e Joe Madureira, é pura adrenalina! Basicamente, é uma versão X-Men de *Os Aventureiros do Bairro Proibido* (Big Trouble in Little China) – e quem não ama isso?! Wolverine e Arcanjo embarcam em uma missão insana para encontrar Gomurr, o Antigo, e salvar a Psylocke, que foi quase aniquilada pelo Dentes-de-Sabre (aliás, a edição anterior a essa também é imperdível!). Eles se aventuram em um lado oculto de Nova York, cheio de artes marciais mágicas e perigos sobrenaturais. A arte do Madureira está no seu auge, elevando a loucura da trama a outro patamar. É tipo um filme de kung fu dos anos 80, mas com mutantes! Totalmente subestimado.

Uncanny X-Men #329-330
Image Courtesy of Marvel Comics

O Milênio Virou: Reinvenção e Profundidade

Com a virada do milênio, os X-Men passaram por diversas transformações, e o começo dos anos 2000 nos trouxe algumas das histórias mais corajosas e experimentais que, infelizmente, nem sempre recebem o reconhecimento devido.

Um dos meus momentos favoritos do terceiro *run* do lendário Chris Claremont (sim, o pai de tudo!) é **”End of Greys”**. Rachel Summers-Grey estava finalmente encontrando um lar e aceitando o legado de sua mãe, Jean Grey. Mas, como sempre, os Shi’Ar tinham outros planos, decidindo que qualquer um ligado à Fênix deveria ser eliminado, incluindo suas famílias. Quando Rachel falha em sua missão de proteção, o que resta para ela e para os X-Men é a vingança. Essa história, de Claremont e Chris Bachalo, é um soco no estômago! É uma das melhores histórias da Rachel no século XXI, explorando luto, raiva e a busca por justiça de uma forma visceral. Se você gosta de narrativas densas e personagens complexos, essa é para você!

“End of Greys”
Image Courtesy of Marvel Comics

Ainda na terceira fase do Claremont, temos **”End of History”**, que marcou o início de sua volta em 2004. Ao lado de um de seus melhores colaboradores, o artista Alan Davis, Claremont nos entregou um espetáculo de ação de tirar o fôlego! Os X-Men, agora atuando como pacificadores globais, se veem em uma batalha contra o temível Fúria (Fury), uma máquina de matar interdimensional que se adapta a tudo e só quer a destruição. Claremont e Davis pegaram emprestado um pouco da vibe do *Capitão Britânia* de Alan Moore (que Davis também desenhou, curiosamente) e criaram quatro edições de pura pancadaria e ficção científica que merecem muito mais aplausos. Na época, saiu junto com *Astonishing X-Men* do Whedon e Cassaday, e eu confesso que curti mais essa!

“End of History”
Image Courtesy of Marvel Comics

E para fechar essa lista com chave de ouro, não poderia faltar Grant Morrison! A fase de Morrison em *New X-Men* é um tesouro, mas um arco que frequentemente passa despercebido é **”Assault on Weapon Plus”**, com a arte inconfundível de Chris Bachalo. Vindo diretamente de “Murder at the Mansion”, Wolverine resgata Ciclope do Clube do Inferno para ajudar Fantomex a invadir o Mundo, o novo lar daqueles que o transformaram na Arma X. São quatro edições de ficção científica mutante peculiar que só poderiam ter saído da mente de Morrison. A arte de Bachalo é a cereja do bolo, transformando todas as bizarrices de Morrison em algo palpável e visualmente impactante. É um mergulho profundo na mitologia das Armas X, expandindo o universo de uma forma que ecoa até hoje em sagas como *House of X/Powers of X*.

“Assault on Weapon Plus”
Image Courtesy of Marvel Comics

E aí, mutantes? Qual dessas histórias esquecidas vocês vão correr para ler primeiro? É incrível como o universo X-Men é vasto e cheio de narrativas que, mesmo não sendo “clássicos absolutos”, são essenciais para entender a riqueza e a profundidade desses personagens. Não deixem essas joias caírem no esquecimento!

Qual sua história X-Men favorita que não recebe atenção suficiente? Deixe um comentário e vamos conversar sobre isso!

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