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Doom: Eternal Ainda É O Rei do FPS? A Maestria de Combate de Seis Anos Atrás Que Desafia o Novo Dark Ages

  • março 22, 2026
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O universo dos FPS está sempre em ebulição, buscando novas formas de nos explodir a cabeça (literalmente!) com mecânicas inovadoras. Mas, e se eu te disser que, às

Doom: Eternal Ainda É O Rei do FPS? A Maestria de Combate de Seis Anos Atrás Que Desafia o Novo Dark Ages

O universo dos FPS está sempre em ebulição, buscando novas formas de nos explodir a cabeça (literalmente!) com mecânicas inovadoras. Mas, e se eu te disser que, às vezes, a chave para o futuro está em revisitar o passado… ou, melhor ainda, em valorizar o que já foi um pico de excelência? Com a chegada de *Doom: The Dark Ages*, a comunidade gamer está em polvorosa, discutindo se o novo título da id Software consegue superar a obra-prima que é *Doom: Eternal*. Prepare-se, porque a gente vai mergulhar fundo nessa batalha de titãs e entender por que, mesmo após seis anos, o combate insano de *Eternal* ainda dita as regras para muitos fãs!

A Sinfonia de Destruição de Doom: Eternal

Gente, sério, quem jogou *Doom: Eternal* sabe do que eu tô falando! É uma dança caótica e brutal que te força a pensar rápido e agir mais rápido ainda. A id Software, mestra em criar experiências de tiro visceral, elevou a barra com um sistema de combate que, até hoje, sinto que poucos games conseguiram replicar. Cada inimigo em *Eternal* é meticulosamente desenhado para ter uma fraqueza específica, transformando cada confronto em um quebra-cabeça mortal. Lembro da primeira vez que encarei um Doom Hunter, aquela coisa flutuante… a satisfação de desativar o escudo com a Plasma Gun e depois desmembrá-lo com a Super Shotgun era indescritível! É como um balé de destruição, onde cada inimigo é uma peça de um xadrez explosivo.

Enquanto muitos FPS modernos buscam realismo ou um ritmo mais cadenciado — tipo *Call of Duty* ou *Battlefield*, que focam em cobertura e precisão de mira —, *Eternal* abraçou a fantasia de poder total. É um *bullet-hell* em primeira pessoa, mas com você no controle da sinfonia de balas e explosões. A mobilidade do Doom Slayer com seus duplos saltos, *dashes* rápidos e o famoso “Meat Hook” da Super Shotgun te mantinha sempre no meio da ação, recompensando a agressão com recursos vitais. É um loop de gameplay viciante, que te ensina a ser um predador implacável, e para mim, essa é a “power fantasy” no seu auge!

Fortaleza da Perdição: Mais Que Um Hub, Um Legado

E não era só o combate! A Fortaleza da Perdição, ah, a Fortaleza! Que sacada genial da id Software. Longe de ser apenas um menu glorificado, ela era um refúgio, um museu das suas conquistas e um centro de upgrades. Lembro de passar um tempo ali entre uma missão e outra, explorando cada canto, vendo meus colecionáveis e sentindo o peso do Doom Slayer no universo. A Unmaykr, por exemplo, não era só uma arma; era um troféu conquistado com muito suor e Empyrean Keys, espalhadas por desafios secretos. Isso adiciona uma camada de recompensa e progressão que te faz sentir parte da jornada, não apenas um jogador passando de fase.

Esses sistemas se complementavam de forma brilhante. As “Glory Kills” não eram apenas animações brutais; elas eram a sua fonte de vida e um incentivo constante para ser agressivo. A Chainsaw, com seu *lock-on* instantâneo, te teletransportava para inimigos mais fracos, garantindo munição preciosa. Tudo isso exigia uma habilidade técnica impressionante, mas nunca deixava o jogador na mão, sempre oferecendo as ferramentas e as soluções para navegar por esse espetáculo de poder.

Doom: The Dark Ages e a Busca por Novas Raízes

Agora, *Doom: The Dark Ages* vem com uma proposta diferente. A ideia de um Doom Slayer mais “tanque”, mais *grounded*, é interessante na teoria. A id Software buscou uma abordagem “menos é mais”, focando em um estilo *run-and-gun* mais tradicional, diferente do ritmo frenético de seu antecessor. É como se eles quisessem nos dar um Doom mais “raiz”, talvez remetendo aos primeiros jogos, com um Slayer mais pesado e impactante.

Mas, para quem se acostumou com a agilidade de um “caça a jato” em *Eternal*, a falta do double jump, dos *dashes* e, principalmente, das Glory Kills como as conhecemos, pode pesar. Em *Dark Ages*, elas foram diminuídas em favor de “finishers” mais rápidos, parecidos com outros FPS. As paradas de projéteis com o escudo e os arremessos do Shield Bash são legais, não me entenda mal. Mas eles não substituem a versatilidade e a profundidade tática que o arsenal completo e a mobilidade de *Eternal* ofereciam. Sinto que a “dança” foi substituída por um “bate-cabeça” mais linear, e isso, em certos momentos, pode ser frustrante ao encarar hordas maiores com menos opções estratégicas.

O Veredito de Lana: O Legado Imbatível de Eternal

Olha, não tem como negar: *Doom: The Dark Ages* é um jogo promissor e vai trazer muita alegria para os fãs. A mudança de direção é corajosa e pode atrair um novo público ou agradar quem prefere um ritmo mais cadenciado. Mas, para mim, o legado de *Doom: Eternal* é quase imbatível. Ele elevou o patamar do que um FPS pode ser, misturando ação frenética com uma profundidade tática que te recompensava por cada segundo de maestria.

Seis anos se passaram, e o ritmo alucinante, a fluidez do combate e a genialidade da Fortaleza da Perdição ainda ressoam. É a prova de que, às vezes, o “menos é mais” não se aplica quando o “mais” já era perfeição. *Doom: Eternal* não só te faz sentir poderoso; ele te força a *ser* poderoso, a dominar suas mecânicas e a se tornar a encarnação definitiva da aniquilação. E isso, meus amigos, é uma sensação que poucos jogos conseguem entregar.

E você, prefere o combate frenético de *Doom: Eternal* ou a nova abordagem de *Doom: The Dark Ages*? Deixe seu comentário e vamos trocar uma ideia!

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