The Last of Us 3: Yara e Lev Ganham Rosto e a Expectativa Dispara para 2027!
- março 20, 2026
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A comunidade geek está sempre sedenta por novidades de *The Last of Us*, e a HBO nos brindou com um presente e tanto nesta sexta-feira! Enquanto a segunda
A comunidade geek está sempre sedenta por novidades de *The Last of Us*, e a HBO nos brindou com um presente e tanto nesta sexta-feira! Enquanto a segunda
A comunidade geek está sempre sedenta por novidades de *The Last of Us*, e a HBO nos brindou com um presente e tanto nesta sexta-feira! Enquanto a segunda temporada mal chegou e já estamos ansiosos, as águas de *The Last of Us Part II* começam a se agitar ainda mais com as recentes confirmações de elenco para a terceira temporada. Preparem-se, porque dois personagens absolutamente cruciais para a densa e complexa jornada de Abby acabam de ganhar seus intérpretes, prometendo intensificar ainda mais o drama e a profundidade que tanto amamos na adaptação.
A notícia que fez a internet vibrar (via Deadline) é que Michelle Mao, conhecida por seu trabalho em *Bridgerton*, e Kyriana Kratter, que já esteve em *Star Wars: Skeleton Crew*, se juntam ao elenco de *The Last of Us* para dar vida a Yara e Lev, respectivamente. Confesso que a escalação de Kratter para Lev me deixou especialmente empolgada! É sempre um desafio encontrar o ator certo para personagens tão marcantes dos games, e ver uma jovem atriz com experiência em uma franquia gigante como Star Wars assumir esse papel me dá uma confiança enorme. A química entre os personagens é tudo, e mal posso esperar para ver como elas trarão essa dinâmica para a tela.
Para quem jogou *The Last of Us Part II*, sabe que Yara e Lev não são meros coadjuvantes; eles são o motor da transformação de Abby. Pertencentes aos Serafitas, ou “Cicatrizes”, como são pejorativamente chamados, os irmãos têm uma importância gigantesca na sua trajetória. Lev, em particular, é a verdadeira bússola moral de Abby. O menino trans de 13 anos é a personificação da inocência e da resiliência em um mundo brutal, desafiando as convicções de Abby e forçando-a a ver além de sua própria vingança. A representatividade de Lev é um ponto altíssimo do jogo, e a forma como a série aborda temas de identidade e preconceito dentro de um apocalipse zumbi é um dos motivos pelos quais a amamos tanto. Essa relação de proteção e aprendizado me lembra um pouco a própria dinâmica de Joel e Ellie, mas com nuances e complexidades próprias, mostrando que mesmo em um mundo desolado, a humanidade ainda pode florescer em formas inesperadas.
Além das novidades sobre Yara e Lev, também foi confirmado recentemente que Patrick Wilson, que já nos deu arrepios em *Invocação do Mal*, vai interpretar o pai de Abby. Que escalação de peso! Wilson tem um talento inegável para papéis complexos e intensos, e sua presença só eleva o nível da produção. No jogo, o pai de Abby é um cientista do Vagalumes, e sua morte é o gatilho para toda a jornada de vingança da personagem. Ver um ator do calibre de Patrick Wilson nesse papel, mesmo que seja para flashbacks ou cenas mais curtas, garante que a profundidade emocional da história de Abby será explorada com maestria.
Reprodução.
A única “má notícia” é que a terceira temporada de *The Last of Us* está prevista para chegar apenas em 2027 na HBO e HBO Max. Sim, eu sei, é um tempão! Mas pensando na qualidade da primeira temporada e no que esperamos da segunda (que vai adaptar a primeira parte de TLOU Part II), a espera vale a pena. A produção de uma série desse porte, com tantos detalhes e uma narrativa tão rica, exige tempo e dedicação. É melhor esperar por algo impecável do que receber algo apressado, não é?
*The Last of Us* se tornou um fenômeno global, provando que adaptações de games podem, sim, ser obras-primas. A série conseguiu capturar a essência do jogo, expandindo o universo e aprofundando os personagens de uma forma que poucos esperavam. Com a escalação de Michelle Mao e Kyriana Kratter, e a adição de Patrick Wilson, a terceira temporada já mostra que a equipe está comprometida em entregar uma adaptação fiel e emocionante da segunda parte do game, um dos títulos mais divisivos e impactantes da história dos videogames.
O que me deixa mais animada é ver como a série continuará a explorar temas de moralidade, sobrevivência e o que significa ser humano em um mundo pós-apocalíptico. A jornada de Abby é complexa, cheia de nuances e, muitas vezes, dolorosa. Yara e Lev são peças-chave para humanizar essa personagem e nos fazer questionar nossos próprios preconceitos. Tenho certeza de que, quando 2027 chegar, seremos presenteados com mais um capítulo inesquecível desta saga que já faz parte do nosso coração geek. A contagem regressiva, meus amigos, já começou!