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Doctor Who: Do Clássico ao Moderno, os Episódios que Todo Whovian Precisa Ver!

  • novembro 28, 2025
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Prepare seu cachecol, ajuste o volume do tema e prepare-se para viajar no tempo e espaço! “Doctor Who” não é apenas uma série, é um fenômeno que transcende

Doctor Who: Do Clássico ao Moderno, os Episódios que Todo Whovian Precisa Ver!

Prepare seu cachecol, ajuste o volume do tema e prepare-se para viajar no tempo e espaço! “Doctor Who” não é apenas uma série, é um fenômeno que transcende gerações. Com mais de 60 anos de história, essa joia da ficção científica britânica nos presenteou com aventuras inesquecíveis, vilões icônicos e, claro, um protagonista que muda de rosto, mas nunca de essência. De suas origens como um programa educativo infantil, “Doctor Who” evoluiu para uma obra complexa, abordando temas profundos e relevantes. E como fã de carteirinha, preparei uma lista com os episódios que considero imperdíveis, tanto da era clássica quanto da moderna!

A Invasão Dalek da Terra: Um Clássico Atemporal

É verdade que os episódios do Primeiro Doutor (William Hartnell) podem parecer um pouco lentos para os padrões atuais, mas “A Invasão Dalek da Terra” é uma exceção que merece ser vista. A história se passa em uma Terra dominada pelos Daleks, após desastres climáticos e pragas terem dizimado a população humana. Além de ser uma crítica profética sobre os perigos da destruição ambiental (tópico super atual, né?), o episódio marca a despedida de Susan, neta do Doutor, que se apaixona por um humano e decide ficar na Terra. A cena em que o Doutor se despede dela é emocionante e mostra o lado mais humano do Senhor do Tempo. E os Daleks? Ah, eles estão aterrorizantes nesse episódio, mostrando o porquê de serem os vilões mais icônicos da série!

Dalek: O Peso da Guerra do Tempo

A volta dos Daleks já virou piada entre os fãs, mas em “Dalek”, episódio da primeira temporada do revival em 2005, a coisa era diferente. O Nono Doutor (Christopher Eccleston) e Rose encontram o último Dalek sobrevivente da Guerra do Tempo, e o episódio é muito mais sobre o Doutor lidando com a culpa de ter destruído seu próprio povo e seus inimigos. É uma história sobre perda, redenção e a dificuldade de deixar o passado para trás. A cena em que o Dalek evolui e questiona sua própria natureza é impactante, e a relação entre o Doutor e Rose se fortalece ainda mais. Para mim, esse episódio é uma obra-prima que mostra a profundidade que “Doctor Who” pode alcançar.

Kinda: Crítica Social com Peter Davison

A era de Peter Davison como o Quinto Doutor é super subestimada, na minha opinião. “Kinda” é um exemplo de como essa fase pode ser genial. O episódio é uma crítica à forma como os colonizadores tratam os povos indígenas, usando a figura do Mara, uma entidade que manipula a raiva de um membro da tribo Kinda. A história equilibra humor e coração, e as sequências de sonho com Tegan possuída são de gelar a espinha! É um episódio que te faz pensar e sentir, mesmo com os efeitos especiais datados.

Vincent e o Doutor: Uma Lição Sobre Empatia

Prepare os lencinhos! “Vincent e o Doutor” é um dos episódios mais emocionantes de “Doctor Who”. O Décimo Primeiro Doutor (Matt Smith) e Amy viajam para a França de 1890 para ajudar Vincent Van Gogh a combater um monstro que só ele consegue ver. O episódio mistura ficção científica com a história real de Van Gogh, mostrando a genialidade e a tristeza do artista. O final é de partir o coração, com o Doutor e Amy levando Vincent para o futuro para mostrar o impacto de sua obra, mas sem conseguir curar sua depressão. É uma lição sobre empatia, a importância da arte e os limites do poder do Doutor.

Dot and Bubble: A Crítica Social da Era Gatwa

A nova era de Doctor Who com Ncuti Gatwa trouxe episódios que misturam o nonsense com críticas sociais afiadas. “Dot and Bubble” é um exemplo perfeito disso. O Doutor e Ruby chegam a um planeta habitado por adolescentes ricos e alienados, viciados em redes sociais e completamente desconectados da realidade. Um monstro está matando os habitantes, mas eles estão tão presos em suas bolhas que se recusam a aceitar a ajuda do Doutor, simplesmente porque ele é negro. É uma crítica poderosa sobre preconceito, privilégio e a futilidade da vida moderna.

Remembrance of the Daleks: Sylvester McCoy em Grande Estilo

A era de Sylvester McCoy como o Sétimo Doutor é controversa, mas “Remembrance of the Daleks” é um dos melhores episódios com os vilões metálicos. O Doutor retorna a Londres em 1963 para impedir uma invasão Dalek. O episódio ignora paradoxos temporais, mas compensa com Daleks mais modernos e assustadores, que agora podem subir escadas! Além disso, temos Ace, a nova companion, que se destaca pela coragem e atitude. O final do primeiro episódio, com Ace cercada por Daleks e armada apenas com um taco de baseball, é um dos melhores cliffhangers da série.

E aí, concorda com a minha lista? Quais são os seus episódios favoritos de “Doctor Who”? Compartilhe sua opinião nos comentários!

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