Demolidor e Justiceiro: Um Clássico Repaginado Que Vai Te Surpreender!
- novembro 26, 2025
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Sinceramente? Nunca fui a maior fã do Demolidor. Aquele drama de culpa católica misturado com pose de bom moço nunca me pegou muito, sabe? Mas, como boa geek,
Sinceramente? Nunca fui a maior fã do Demolidor. Aquele drama de culpa católica misturado com pose de bom moço nunca me pegou muito, sabe? Mas, como boa geek,
Sinceramente? Nunca fui a maior fã do Demolidor. Aquele drama de culpa católica misturado com pose de bom moço nunca me pegou muito, sabe? Mas, como boa geek, sempre dou uma chance quando a história promete. E, olha, “Daredevil/Punisher: The Devil’s Trigger” me fisgou de um jeito que eu não esperava!
Demolidor e Justiceiro juntos? Uma combinação explosiva! Eles vivem naquela linha tênue entre respeito e desprezo, cada um com seu método de “justiça”. Mas, quando a química rola, a leitura fica eletrizante. E, acreditem, essa edição acerta em cheio! A história nos leva de volta aos eventos de “Welcome Back, Frank” (Marvel Knights), com roteiro de Jimmy Palmiotti, um veterano que manja muito dos dois personagens. Ele também está mandando super bem na nova mini do Justiceiro, “The World to Come” (fonte: Marvel Comics).
Palmiotti pega uma cena que já conhecemos, a treta do Justiceiro com Dino Gnucci, e nos mostra a perspectiva do Demolidor. Genial! A luta, que já era incrível, ganha uma nova dimensão. E o melhor? Essa pancadaria toda serve como pontapé para a trama da minissérie, que promete explorar a relação complexa e, muitas vezes, relutante entre os dois vigilantes. Adorei como a edição ressignifica a minha luta favorita do Demolidor (sim, adoro ver ele apanhando um pouco, confesso!).
O Demolidor sempre teve sorte com artistas talentosíssimos, tipo o Marco Checchetto, que elevou o nível da arte do personagem. Em “The Devil’s Trigger”, Tommaso Bianchi tenta seguir os passos de Checchetto e entrega um trabalho competente, mas sem grandes surpresas. Tudo funciona, os personagens são expressivos, os traços são bons, mas falta aquele toque especial. É como se fosse uma versão “genérica” do Demolidor do Checchetto. Ah, e tem uma tirinha extra no final, bem divertida, mas que destoa um pouco do tom da HQ.
O Demolidor já se meteu em cada roubada, né? Mas essa história é mais “pé no chão”, focada na dinâmica Demolidor/Justiceiro que a gente tanto ama. É uma expansão de um momento icônico, com uma trama policial que te prende do início ao fim. Mesmo não sendo a maior fã dos dois personagens, curti demais a leitura. Não é perfeita, mas diverte e te faz pensar.
“Daredevil/Punisher: The Devil’s Trigger #1” já está à venda nas comic shops e plataformas digitais.
E aí, o que acharam da edição? Deixem seus comentários e vamos trocar ideias no fórum da InnovaGeek!