Ei, geeks! Preparem seus cintos porque hoje vamos falar de um momento que tinha tudo para ser épico, mas que a Marvel deixou escapar por entre os dedos: Reed Richards, o Senhor Fantástico, virando um mestre da magia! Sim, você não leu errado. Mas calma, antes de sair por aí gritando “It’s clobberin’ time!”, vamos entender por que essa reviravolta, que poderia ter sido tão inovadora quanto a fase do Jonathan Hickman nos X-Men, acabou sendo…meh.
De Cientista Cético a Mago Relutante: O Que Aconteceu?
Em “One World Under Doom”, o Doutor Destino, nosso vilão favorito (e um dos mais estilosos, vamos combinar), usa uns truques com o Doutor Estranho e se autoproclama imperador do mundo. Ok, nada de novo sob o sol de Latvéria. Mas a cereja do bolo bizarro veio na edição #7, quando Reed Richards, o cara que sempre botou fé na ciência, resolveu imitar a magia de Destino e virou o Cientista Supremo. Tipo, WHAT?!
Ciência vs. Magia: Uma Treta Milenar… Ou Não?
Sempre achei o Reed um cara meio chato, confesso. Tipo, relaxa, cara! Mas uma coisa que eu admirava nele era a sua fé inabalável na ciência. Pra ele, magia era só uma ciência mal explicada, tipo física quântica pra quem só cursou o ensino médio. Mas, no universo Marvel, magia e ciência são quase água e óleo. Vide a treta constante entre o Doutor Estranho e a Feiticeira Escarlate, né?
Aí o Reed, do nada, resolve “cientificar” a magia, como se fosse uma receita de bolo. Ele não treinou, não meditou, não fez um curso online na Udemy. Só copiou o Destino e bum!, virou mago. Isso meio que banaliza a magia, sabe? Tira aquele misticismo, aquela coisa de “preciso ter uma conexão interior”. Parece que qualquer um pode ser mago se seguir as instruções. Cadê a graça?
Doutor Destino: O Mago Científico Original (e Insuperável?)
Uma das coisas que sempre fez o Doutor Destino ser um vilão tão f*** é que ele manja tanto de ciência quanto de magia. Ele é tipo o Tony Stark que fez um pacto com o demônio Mephisto (eita!). E essa combinação era um obstáculo gigante para o Quarteto Fantástico. Eles eram os nerds da ciência, tentando racionalizar tudo, enquanto o Destino trapaceava com magia. O Reed aprendendo magia bagunça essa dinâmica, e poderia ter sido incrível, mas…
Potencial Desperdiçado: Uma Oportunidade Perdida?
A ideia de Reed Richards, o cético, quebrando suas próprias barreiras e tentando entender a magia, é genial! Mas a execução… deixou a desejar. Cadê o processo? Cadê o Reed pedindo dicas pro Doutor Estranho? Cadê ele lendo livros de magia escondido no laboratório? Do nada, ele já era o Cientista Supremo. Ficou parecendo mais um “deus ex machina” do que uma evolução do personagem.
E o pior: a magia do Reed foi jogada no lixo rapidinho. Dizem que o Destino despedaçou a forma astral dele e o baniu do plano astral. E na edição final, nada de magia. Ele só usou os feitiços pra distrair o Destino por um segundo. Sério?
O Que Poderia Ter Sido (e Não Foi)
Imagina só: Reed Richards, o mago científico, mostrando que nada é impossível se você se dedicar a aprender, mesmo que não entenda tudo de primeira. Seria inspirador! Mas, no fim das contas, o Cientista Supremo durou só duas edições e provavelmente nunca mais vai dar as caras. Uma pena, porque o potencial era enorme.
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