X-Men Nostalgia: 5 HQs dos anos 2000 que merecem mais reconhecimento!
- novembro 21, 2025
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E aí, mutantes e orgulhosos! Se você acha que a melhor fase dos X-Men foi só nos anos 80 ou 90, prepare-se para repensar seus conceitos. Sim, a
E aí, mutantes e orgulhosos! Se você acha que a melhor fase dos X-Men foi só nos anos 80 ou 90, prepare-se para repensar seus conceitos. Sim, a
E aí, mutantes e orgulhosos! Se você acha que a melhor fase dos X-Men foi só nos anos 80 ou 90, prepare-se para repensar seus conceitos. Sim, a década de 2000 teve seus altos e baixos (cof, cof, Chuck Austen), mas também nos presenteou com pérolas que merecem ser redescobertas. Preparei uma lista com 5 histórias que, na minha humilde opinião de fã ardorosa, são verdadeiros tesouros escondidos daquela época. E não, não estou falando só de Morrison e Whedon, ok? 😉
Os anos 2000 foram uma montanha-russa para os X-Men. Tivemos o retorno de Chris Claremont, a fase experimental de Grant Morrison, o sucesso de Joss Whedon e John Cassaday, além de ótimos trabalhos de Ed Brubaker e Mike Carey. Mas, como nem tudo são flores, também tivemos aquela fase que preferimos esquecer… (vocês sabem de quem estou falando 🤫). Apesar disso, essa década rendeu histórias incríveis e mostrou que os mutantes da Marvel ainda tinham muito a oferecer, mesmo com a crescente marginalização que rolava nos bastidores (alguém aí lembra de “Dinastia M”? 👀).
O retorno de Chris Claremont não foi exatamente um sucesso estrondoso, mas rendeu alguns momentos brilhantes. Uncanny X-Men #383, com arte de Adam Kubert, é um desses momentos. A trama? Os X-Men são sequestrados na Rússia por Neo, uma nova espécie de mutante, durante uma missão militar. Tempestade é a única que escapa e precisa resgatar seus amigos. A história se passa em grande parte em uma boate russa e, acredite, é muito melhor do que parece! A arte de Kubert é impecável e a caracterização dos personagens por Claremont é perfeita. Os Neo são bem interessantes e o uso de flashbacks dá um toque especial à narrativa. Juro, eu li essa HQ tantas vezes em 2000 que a capa simplesmente se soltou! 😂 Se você encontrar essa edição por aí, não pense duas vezes: vale a pena a leitura.
Ed Brubaker virou um astro nos anos 2000 com sua fase no Capitão América. Em 2006, ele teve a chance de escrever X-Men, começando com “X-Men: Gênese Mortal”, que apresentou o terceiro irmão Summers, Vulcan. Em seguida, ele continuou a história em Uncanny X-Men com “Ascensão e Queda do Império Shi’Ar”. Essa saga de 12 edições, com arte de Billy Tan e Clayton Henry, leva um grupo de X-Men liderados por Destrutor e Xavier em busca de Vulcan, que busca vingança contra o Império Shi’Ar. A história aprofunda o personagem de Vulcan, traz de volta os Piratas Siderais e inicia uns 19 anos de tretas com o trono Shi’Ar. Ok, a fase de Brubaker em Uncanny não foi perfeita, mas só essa saga já valeria a pena. É uma história eletrizante que sempre me impressiona. Na minha opinião, é a melhor história dos Shi’Ar fora da fase Claremont.
“Supernovas” marcou o início da fase de Mike Carey em X-Men, que é a mais longa fora da era Claremont. Essa história é, sem dúvida, uma das melhores dos anos 2000, mas parece que só eu falo dela! Carey, com a ajuda de Chris Bachalo e Clayton Henry, deu a Vampira sua segunda chance como líder dos X-Men. Ela forma uma equipe de resposta rápida para lidar com ameaças mutantes no mundo pós-Dinastia M, reunindo Homem de Gelo, Míssil, Cable, Sentinela Ômega, Dentes de Sabre, Mística e Lady Mental para enfrentar os Filhos da Câmara, pós-humanos que querem destruir o que restou da raça mutante. “Supernovas” é emocionante e dá um toque único a essa nova equipe. Adoro a arte de Bachalo nessa época, mas a transição para o traço de Henry é um pouco chocante. Se você curte equipes bizarras da Marvel, dê uma chance a “Supernovas”.
New X-Men é simplesmente a melhor fase dos X-Men do século 21. E não sou eu quem digo, são os fatos! 😂 A fase de 40 edições de Grant Morrison é incrível e eu poderia ter feito essa lista só com histórias dele. Mas vamos nos limitar a uma só por enquanto. New X-Men #132, com arte de Phil Jimenez, é uma das histórias menos comentadas dessa fase. Genosha foi destruída no primeiro arco e algo estranho está acontecendo na ilha: relatos de fantasmas estão atrasando a construção de um monumento a Magneto. Xavier, Jean Grey e Tempestade vão até lá e se juntam a Mercúrio e Groxo para descobrir a verdade. Essa história é emocionante e bizarra ao mesmo tempo, te fisgando logo de cara. Morrison dá aos X-Men um toque de Vertigo que funciona muito bem. A arte de Jimenez é maravilhosa e dá vida ao roteiro. Essa história acabou sendo meio esquecida, em parte por causa da grande revelação sobre Magneto que viria depois na fase de Morrison, mas ainda é uma das melhores edições únicas dos X-Men de todos os tempos.
Quando a maioria dos fãs de X-Men fala de Astonishing X-Men, geralmente se refere à fase de Whedon/Cassaday. Mas eu sou team Warren Ellis! A fase dele começou com a incrível história “Ghost Box”. Os X-Men se mudaram para São Francisco e Ciclope montou sua equipe com Tempestade, Emma Frost, Wolverine, Blindfold e Fera, após o casamento dela com o Pantera Negra. Quando um mutante desconhecido é encontrado morto, a equipe parte em busca do culpado e descobre uma guerra multiversal secreta entre seu aliado Forge e mutantes de outro universo. Ellis e a artista Simone Bianchi entregam uma história incrível, que combina a imaginação grandiosa dos X-Men de Morrison com o foco nos personagens de Whedon. É genial! Recomendo a edição encadernada, que inclui a minissérie complementar Astonishing X-Men: Ghost Boxes. É difícil de encontrar, mas vale a pena a busca.
E aí, qual a sua história favorita dos X-Men dos anos 2000 que não recebe o devido reconhecimento? Deixe seu comentário e vamos trocar figurinhas! 😉