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007: Um Dia Para Esquecer? Por Que “Die Another Day” é Odiado Pelos Fãs de James Bond

  • novembro 20, 2025
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Preparem os martinis (secos, batidos, não mexidos) e os comentários raivosos, porque hoje vamos falar sobre aquele filme que divide (ou melhor, une no ódio) os fãs de

007: Um Dia Para Esquecer? Por Que “Die Another Day” é Odiado Pelos Fãs de James Bond

Preparem os martinis (secos, batidos, não mexidos) e os comentários raivosos, porque hoje vamos falar sobre aquele filme que divide (ou melhor, une no ódio) os fãs de James Bond: “Die Another Day”. Lançado há mais de duas décadas, em 2002, como uma grande celebração dos 40 anos da franquia, o filme prometia ser um marco. Mas, em vez disso, entregou uma overdose de CGI duvidoso, tramas mirabolantes e um Aston Martin que virava… invisível?! Sim, meus amigos, estamos falando daquele que muitos consideram o pior filme de 007 de todos os tempos. Será que merece tanta antipatia? Vem comigo nessa análise explosiva (no mau sentido, infelizmente).

Uma Premissa Promissora Que Desandou Feio

“Die Another Day” até que começa bem, com Bond sendo capturado e torturado na Coreia do Norte. Confesso que essa abertura sombria me deixou animada, pensando que finalmente teríamos um 007 mais brutal e realista, no estilo “Cassino Royale” (que viria a acontecer anos depois, com Daniel Craig). Mas a promessa de um filme mais sério é jogada no lixo rapidinho. A trama logo se transforma em algo tão absurdo que desafia a suspensão de descrença até do mais fanático por Bond.

Vilões Genéticos e Raios Espaciais: Onde Foi Que Erramos?

A coisa degringola de vez com um vilão que muda de etnia por meio de terapia genética (oi?), um laser espacial gigante (tipo Star Wars, só que pior) e um palácio de gelo na Islândia que parece saído de um filme do Esquadrão Classe A. Sério, o que os roteiristas estavam pensando? Parecia que queriam competir com os filmes mais exagerados de Roger Moore, mas sem a mesma ironia e charme. O resultado é um festival de cenas ridículas que mancham o legado de 007.

CGI de Dar Dó e o Adeus Amargo de Pierce Brosnan

E o que dizer do CGI? Ah, o CGI… A cena do Bond “parasurfando” em um iceberg derretendo é tão tosca que virou meme instantâneo. Parece que foi feita no Windows 98! E o Aston Martin invisível? Ok, Bond sempre teve seus gadgets, mas aquilo foi demais. Parecia que estávamos assistindo a um filme de ficção científica de baixo orçamento, e não a um filme de James Bond.

Pierce Brosnan, que havia revitalizado a franquia com o excelente “GoldenEye” em 1995, não merecia essa despedida. “GoldenEye” mostrou que Bond podia ser moderno e relevante, equilibrando ação e espionagem com maestria. Brosnan personificou o agente secreto com elegância e carisma, e sua performance merecia um final digno. Infelizmente, “Die Another Day” enterrou seu legado em uma avalanche de efeitos especiais ruins e roteiro sem pé nem cabeça.

A Saga Bond Precisa de Reboot?

Depois do fiasco de “Die Another Day”, a franquia precisava urgentemente de uma repaginada. E foi o que aconteceu com “Cassino Royale”, que trouxe Daniel Craig para um Bond mais sombrio, realista e brutal. Mas será que “Die Another Day” é realmente o pior filme de 007? Alguns defendem que “A View to a Kill” (1985), com Roger Moore, também é bem fraquinho. Outros apontam para “The World Is Not Enough” (1999), com Brosnan, como um dos mais esquecíveis.

Qual é o Pior Filme de James Bond? A Decisão é Sua!

No fim das contas, a escolha do pior filme de James Bond é uma questão de opinião. Mas uma coisa é certa: “Die Another Day” é um forte candidato ao título. Com sua trama absurda, CGI datado e excesso de “licença poética”, o filme se tornou um símbolo do que não fazer em um filme de 007. E você, concorda com essa análise? Qual filme de James Bond te faz revirar os olhos? Compartilhe sua opinião nos comentários!

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