Prepare-se para revisitar a Zona! S.T.A.L.K.E.R. 2: Heart of Chornobyl finalmente aterrissou no PlayStation 5, e a gente aqui na InnovaGeek não podia estar mais ansioso para conferir se a espera valeu a pena. Depois de um desenvolvimento turbulento, com adiamentos e desafios, o jogo da GSC Game World chega prometendo uma imersão radioativa que vai te deixar grudado na tela. Será que ele entrega a experiência tensa e atmosférica que os fãs tanto esperam? Vem com a gente nessa análise!
De Chornobyl para o Seu PS5: Uma Odisseia Radioativa
A trama te joga de cabeça na pele de Skif, um stalker em busca de grana e respostas em uma Zona de Exclusão ainda mais sinistra após uma segunda explosão em Chornobyl. Prepare-se para encarar mutantes bizarros, facções em guerra e anomalias que desafiam a lógica. E, claro, artefatos valiosos que podem te dar uma vantagem (ou te matar tentando). A parada toda me lembrou um pouco Metro Exodus, sabe? Aquela vibe de mundo pós-apocalíptico, tenso e cheio de perigos.
Otimização no PS5: Deu Bom?
A grande questão: como o jogo roda no PS5? Bom, a otimização é competente, o que já é um alívio depois de tantos perrengues no desenvolvimento. As telas de carregamento podem incomodar um pouco, confesso, ainda mais em tempos de SSDs super-rápidos. Mas, no geral, a jogabilidade é estável, e o visual se mantém bacana mesmo nas sequências mais pesadas. Ponto positivo para a GSC Game World!
Gameplay e Imersão: Vasculhando o Apocalipse
A história principal e as missões secundárias são divertidas, e a possibilidade de escolher suas alianças com as facções é um baita atrativo. A pegada aqui é diferente de outros jogos com protagonistas carismáticos; o foco é mais na sobrevivência e na atmosfera do que em personagens marcantes. E, se você curte lootear cada cantinho em busca de recursos, prepare-se para horas de exploração. No começo, as recompensas podem ser meio meh, mas a persistência compensa!
Tropeços na Zona: Nem Tudo é Radiação Positiva
Nem tudo são flores radioativas, infelizmente. A inteligência artificial dos inimigos, tanto humanos quanto mutantes, deixa a desejar em alguns momentos. Isso pode tornar os combates meio confusos, especialmente com os ataques dos mutantes em primeira pessoa. Às vezes, fica difícil saber de onde estão vindo os golpes! Uma franquia que manda muito bem nesse aspecto é Dying Light, com zumbis implacáveis e combates viscerais.
A busca por artefatos, que deveria ser um dos pontos altos, poderia ser mais interessante. E rola uma certa falta de atenção aos detalhes: em algumas situações, dá para ser atingido mesmo estando atrás de barricadas. A dica é: procure paredes de concreto, porque outros objetos não garantem muita proteção.
Veredito Final: Vale a Pena se Aventurar em Chornobyl?
S.T.A.L.K.E.R. 2: Heart of Chornobyl pode não ser o melhor jogo de mundo aberto do mercado (a concorrência é pesada!), mas, considerando todos os desafios que a GSC Game World enfrentou, o resultado é surpreendentemente divertido. Seja com uma abordagem furtiva ou partindo para o confronto direto, o jogo te desafia e te surpreende. Se você curte a temática pós-apocalíptica, a atmosfera tensa e a exploração constante, vale a pena dar uma chance a essa aventura radioativa no PS5.