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Tesouro Ghibli Descoberto: Roteiros Perdidos de Isao Takahata Revelam Gênese de um Mestre

  • novembro 13, 2025
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Imagine descobrir um baú do tesouro cheio de ideias e histórias nunca antes vistas de um dos maiores gênios da animação japonesa! É exatamente o que aconteceu: a

Tesouro Ghibli Descoberto: Roteiros Perdidos de Isao Takahata Revelam Gênese de um Mestre

Imagine descobrir um baú do tesouro cheio de ideias e histórias nunca antes vistas de um dos maiores gênios da animação japonesa! É exatamente o que aconteceu: a NHK revelou a existência de cerca de 130 páginas de roteiros e anotações inéditas de Isao Takahata, o visionário cofundador do Studio Ghibli. Preparem-se para mergulhar nas origens de um mestre!

Os Primeiros Rabiscos de um Visionário

As páginas recém-descobertas datam da época em que Takahata trabalhava na Toei Douga, por volta dos seus 20 anos. O material foi minuciosamente analisado por Seiji Kano, especialista do Instituto de Filmes de Takahata e Miyazaki. É como encontrar a “pedra filosofal” da animação, revelando os primeiros passos de um diretor que moldaria o gênero.

De Demônios Cômicos a Contos Morais: O Universo Criativo em Expansão

Entre os rascunhos, encontramos “Oeyama”, uma releitura cômica do mito do oni Shuten-dōji. Dá para imaginar Takahata já brincando com elementos do folclore japonês, mas com uma pitada de humor? Genial! Também foi descoberta uma adaptação de “Moratta Hoseki”, um conto de Kenji Miyazawa com um tom moral. Isso mostra a versatilidade do diretor, que transitava entre o épico e o intimista com maestria.

Kaguya, o Início de Tudo?

E a cereja do bolo: anotações para uma possível prequela de “O Conto da Princesa Kaguya”! Para quem, como eu, se emocionou com a delicadeza e a beleza desse filme, a ideia de explorar as origens da princesa é simplesmente fascinante. Será que teremos mais detalhes sobre sua vida na Lua? A esperança é a última que morre!

Takahata: Um Legado Imortal

Isao Takahata, que nos deixou em 2018, iniciou sua trajetória na Toei em 1959 e dirigiu obras que marcaram época, como “Horus: Príncipe do Sol” e as séries “Heidi: A Menina dos Alpes” e “Anne de Green Gables”. Mas foi ao lado de Hayao Miyazaki e Toshio Suzuki, no Studio Ghibli, que ele alcançou o reconhecimento mundial, com clássicos como “Túmulo dos Vagalumes”, “Memórias de Ontem”, “Meus Vizinhos os Yamadas” e “Pom Poko: A Grande Batalha dos Guaxinins”. Seu último filme, “O Conto da Princesa Kaguya” (2013), é uma obra-prima que sintetiza sua visão única sobre a vida e a natureza.

O Que Esperar do Futuro?

A descoberta desses roteiros e anotações inéditas é um presente para os fãs de animação e um convite para revisitarmos a obra de Isao Takahata. Quem sabe, no futuro, essas ideias perdidas não inspirem novas produções ou nos ajudem a compreender ainda mais a genialidade desse mestre? Uma coisa é certa: o legado de Takahata continua vivo e pulsante, pronto para nos emocionar e inspirar por muitas gerações.

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