One Piece: Por que as Lutas Épicas Não São o Forte (e Tudo Bem!)
- novembro 9, 2025
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Ei, nakamas! Se você é fã de One Piece há tanto tempo quanto eu, sabe que a obra de Eiichiro Oda é uma verdadeira aventura épica. Mas, convenhamos,
Ei, nakamas! Se você é fã de One Piece há tanto tempo quanto eu, sabe que a obra de Eiichiro Oda é uma verdadeira aventura épica. Mas, convenhamos,
Ei, nakamas! Se você é fã de One Piece há tanto tempo quanto eu, sabe que a obra de Eiichiro Oda é uma verdadeira aventura épica. Mas, convenhamos, quando o assunto é luta, nem sempre é o que esperamos de um shonen. E a revelação da luta em God Valley? Dividiu opiniões! Bora mergulhar nisso e entender por que One Piece brilha em outros aspectos (e como isso é totalmente ok).
A verdade é que Oda adora construir um hype em torno de confrontos lendários, mas raramente os entrega por completo. Lembram da luta entre Ace e Barba Negra? Ou Akainu vs. Aokiji? Roger contra Barba Branca? Vemos apenas flashes, o suficiente para entendermos a magnitude do evento. E, sinceramente, isso sempre me deixou com um gostinho de “quero mais”! Mas será que é isso que realmente importa?
A luta em God Valley seguiu essa mesma linha. A aliança entre Roger e Garp contra Xebec, que era controlado por Imu… Tudo contado, com foco nas emoções e no peso da situação. Xebec, lutando contra a influência de Imu, querendo morrer nas mãos de seus amigos para não machucá-los… É pesado, gente!
Acredito que Oda faz isso de propósito. One Piece nunca foi sobre lutas mirabolantes e exageradas, como vemos em outros shonens (pensem em Dragon Ball, por exemplo). A força da obra reside em outro lugar: na construção de mundo impecável, nos personagens cativantes e na trama intrincada que se desenvolve ao longo de décadas.
É como se as lutas fossem apenas um tempero, e não o prato principal. Elas servem para elevar a tensão, mostrar o poder dos personagens e impulsionar a narrativa, mas nunca são o ponto central. E, para mim, isso é genial!
O que me deixa viciado em One Piece é a forma como tudo se conecta. Personagens que pareciam secundários, como Buggy e Crocodile, ganham novas camadas e importância ao longo da história. Cada ilha, cada organização, cada personagem faz parte de uma teia complexa de relações, história e segredos.
Oda não cria plotlines aleatórias. Ele nos mostra diferentes facetas do mesmo mundo, revelando a grande imagem aos poucos. É como se estivéssemos montando um quebra-cabeça gigante, e cada peça nova nos surpreende e nos faz entender melhor o todo.
E não são só os grandes eventos que importam. São os pequenos detalhes que tornam One Piece tão especial. O aumento do nível do mar após a destruição do Reino de Lulusia, por exemplo, é um detalhe que impacta o mundo inteiro de forma tangível.
Esses detalhes mostram como a beleza de One Piece não está apenas nas ilhas exóticas e nos personagens carismáticos, mas nas múltiplas storylines e complexidades que dão vida à história.
No fim das contas, One Piece é muito mais do que um simples shonen de lutinha. É uma aventura épica sobre amizade, liberdade, sonhos e a busca por um mundo melhor. E, mesmo que as lutas não sejam o seu ponto forte, a obra de Oda continua sendo uma das maiores e mais influentes da história dos mangás.