Quem nunca se arrependeu de uma escolha na vida, que atire a primeira pedra! No mundo do entretenimento, então, nem se fala. Um papel mal escolhido pode manchar a reputação de um ator, por mais talentoso que ele seja. Mas, acredite, alguns artistas tiveram um feeling incrível e disseram “não” a projetos que poderiam ter sido um desastre em suas carreiras. Preparados para descobrir quem são esses sortudos e quais filmes eles evitaram?
Jordan Peele e o Emoji que Mudou Tudo
Imagina só: Jordan Peele, o gênio por trás de “Corra!” e “Nós”, quase dublou o Emoji Cocô em “Emoji: O Filme”! Sim, você não leu errado. Em entrevista à Vanity Fair, Peele revelou que recusou o papel e, logo em seguida, decidiu focar na direção e roteiro. Que bom, né? Imagina se ele tivesse ficado marcado como o “cara do emoji”? Jamais teríamos obras-primas do terror com crítica social como as que ele nos entregou. Acredito que essa escolha foi crucial para sua carreira, abrindo portas para que ele se tornasse um dos maiores nomes do terror da atualidade.
Drew Barrymore e a Sensualidade que Assustou
Drew Barrymore, que já enfrentou problemas com abuso de substâncias, também teve um momento “tô fora” que salvou sua reputação. Ela recusou o papel principal em “Showgirls”, filme que ficou famoso pela nudez e tom exagerado. A decisão foi super acertada, já que o longa recebeu classificação NC-17 (para maiores de 17 anos) e dividiu opiniões. Imagina só como a imagem de Drew, que já era meio “rebelde”, ficaria ainda mais controversa?
Christian Bale e a Arca Polêmica
“Noé”, filme épico de Darren Aronofsky, também gerou polêmica, mas por outro motivo: a escolha de um elenco majoritariamente branco para representar personagens de uma época e região onde a maioria não era branca. Christian Bale foi convidado para o papel principal, que acabou ficando com Russell Crowe, mas recusou a oferta. Com isso, ele evitou ser associado às críticas de apropriação cultural e à ira de grupos religiosos que não gostaram da abordagem do filme. Inteligente, não?
Jim Carrey e a Maldição das Sequências
“Todo Poderoso” foi um sucesso de bilheteria e crítica, mas Jim Carrey não quis saber de “Evan Todo Poderoso”, a sequência que colocou Steve Carell como protagonista. Carrey já declarou diversas vezes que não gosta de repetir papéis, e essa decisão o livrou de uma baita furada. O filme foi um fracasso de público e crítica, mostrando que nem sempre uma sequência é uma boa ideia.
Margot Robbie e o Anime que Deu Errado
Margot Robbie quase estrelou “Ghost in the Shell”, adaptação do clássico anime. Chegaram a criar artes conceituais com ela no papel da Major Motoko Kusanagi! Mas, no fim das contas, Scarlett Johansson ficou com o papel, e Robbie se livrou de uma bomba. O filme foi acusado de “whitewashing” (escalar atores brancos para papéis de personagens não-brancos) e amargou 43% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de dar prejuízo nos cinemas. Ufa!
Zendaya e o Respeito Acima de Tudo
Zendaya, nossa eterna MJ de “Homem-Aranha”, também mostrou que sabe fazer as escolhas certas. Ela recusou o papel principal em “Aaliyah: The Princess of R&B”, cinebiografia da cantora Aaliyah, por dois motivos: respeito à família da artista, que não aprovava o filme, e para evitar acusações de colorismo, já que Zendaya tem a pele mais clara que Aaliyah. Atitude admirável!
Mike Faist e o Musical que Virou Meme
Para finalizar, temos Mike Faist, que interpretou Connor Murphy na peça “Dear Evan Hansen” e foi convidado para reprisar o papel no filme. Mas ele não quis nem saber! E fez bem, viu? O filme foi um fracasso de bilheteria, e Ben Platt, que já tinha atuado com Faist na peça, foi super criticado por parecer velho demais para interpretar um estudante do ensino médio. As críticas viraram piada na internet, e Faist escapou ileso.
E aí, qual dessas “escapadas” você achou a mais impressionante? Conta pra gente nos comentários!