Preparem a pipoca e apaguem as luzes, porque o Halloween chegou e, com ele, a busca incessante pelo susto perfeito! Em meio a tantos filmes de terror pipocando nos cinemas e streamings, uma série em específico fincou raízes nos meus pesadelos (no bom sentido, claro!): “The Haunting of Hill House”. E não, não é só mais uma casinha mal-assombrada… Preparem-se para descobrir o jump scare que me traumatizou (de leve) e como Mike Flanagan se tornou o mestre do terror moderno na TV!
A Casa que Ninguém Esquece: “The Haunting of Hill House”
Lançada em 2018 na Netflix, “The Haunting of Hill House” rapidamente se tornou um fenômeno, impulsionando a carreira do diretor Mike Flanagan ao status de lenda do terror. A trama acompanha os irmãos Crain, que, quando crianças, se mudam para a misteriosa Hill House. O que era para ser um novo lar se transforma em um pesadelo, com segredos sombrios e espíritos nada amigáveis. A série intercala passado e presente, mostrando os traumas da infância assombrando a vida adulta dos irmãos. Confesso que, como fã de terror, sou meio “casca grossa”, mas essa série… Ah, essa série me pegou de jeito!
O Jump Scare Perfeito: Puro Suco de Terror Psicológico
No oitavo episódio, somos presenteados com um dos jump scares mais geniais que já vi. Em meio a uma discussão tensa entre Theodora e Shirley dentro de um carro, BAM! A irmã falecida surge gritando, do nada, sem aviso prévio. A genialidade está justamente na ausência de construção, na quebra da expectativa. É um soco no estômago, um arrepio na espinha que me acompanha até hoje. Sério, mesmo revendo a cena para escrever este artigo, o susto foi inevitável! Mike Flanagan, você é um gênio do mal!
Mike Flanagan: O Rei do Terror na Netflix (e Além!)
“The Haunting of Hill House” não é apenas assustadora, é também incrivelmente bem escrita. E o mais impressionante é que o próprio Flanagan concorre consigo mesmo! Séries como “Missa da Meia-Noite”, “A Maldição da Mansão Bly”, “A Queda da Casa de Usher” e “O Clube da Meia-Noite” são todas criações dele e, acreditem, cada uma tem seus próprios méritos e horrores únicos. Para mim, é difícil escolher a melhor, fico sempre no dilema entre “Hill House” e “Missa da Meia-Noite”. Mas, em termos de puro terror, “Hill House” leva a coroa.
A série equilibra jump scares com um terror psicológico que te corrói por dentro. A história da “Mulher do Pescoço Torto” é um dos momentos mais chocantes e trágicos da história do terror. “The Haunting of Hill House” te faz sentir mal, e essa é a chave para o sucesso da série. Os personagens são complexos, cheios de nuances, e isso torna os sustos ainda mais impactantes.
O Futuro Sombrio de Mike Flanagan: Stephen King e “O Exorcista”
Se você, assim como eu, está ansioso por mais obras de Mike Flanagan na Netflix, prepare-se para uma notícia agridoce: ele não deve voltar para o streaming tão cedo. Atualmente, Flanagan está trabalhando em um novo filme da franquia “O Exorcista” e também adaptando o clássico de Stephen King, “Carrie”, para a TV. Como fã declarado de King, Flanagan sempre sonhou em explorar mais obras do mestre do terror, e eu torço para que ele tenha muitas oportunidades para isso!
Se você ainda não assistiu “The Haunting of Hill House” e está em busca de uma série de terror que te faça pular do sofá, essa é a pedida perfeita. Só não se esqueça de respirar fundo antes de apertar o play!
E aí, qual o seu jump scare favorito? Compartilhe nos comentários!