Ex-chefe de God of War manda a real: AAA não é tudo, devs!
- outubro 17, 2025
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Sabe aquela sensação de que só se fala em jogos AAA, com gráficos de cair o queixo e orçamentos estratosféricos? Pois é, parece que até quem trabalhou em
Sabe aquela sensação de que só se fala em jogos AAA, com gráficos de cair o queixo e orçamentos estratosféricos? Pois é, parece que até quem trabalhou em
Sabe aquela sensação de que só se fala em jogos AAA, com gráficos de cair o queixo e orçamentos estratosféricos? Pois é, parece que até quem trabalhou em um dos maiores sucessos do gênero, God of War, acha que a indústria precisa diversificar. Meghan Morgan Juinio, ex-chefe do Santa Monica Studio, mandou um recado para as grandes editoras: parem de focar SÓ em AAA! Será que ela tem razão? Vem comigo nessa análise!
A gente ama um jogo AAA, né? Gráficos next-gen, história épica, horas e horas de gameplay… Mas a verdade é que esses projetos são caríssimos e demoram anos para serem feitos. Se não vendem o esperado, o estrago é grande. Recentemente, vimos vários estúdios fechando as portas e demitindo funcionários, mesmo com lançamentos de peso no currículo. Será que o modelo AAA está se tornando insustentável?
God of War (2018) é um exemplo de como um jogo AAA pode ser revolucionário. A mudança na perspectiva da câmera, o foco na relação entre Kratos e Atreus, a ambientação na mitologia nórdica… Tudo isso fez do jogo um sucesso de crítica e público. Mas será que a fórmula se esgotou? A sequência, God of War Ragnarök, manteve a qualidade, mas não causou o mesmo impacto. Talvez seja hora de ousar mais, de experimentar novas ideias.
Juinio defende que as editoras invistam em jogos com orçamentos menores, os chamados Double-A e Single-A. Esses projetos costumam ser mais experimentais, com mecânicas inovadoras e narrativas diferentes. Um exemplo citado por ela é “Ficção Dividida”, um jogo que vendeu mais de 4 milhões de cópias em poucos meses, mostrando que nem só de AAA vive a indústria.
E não podemos esquecer dos jogos independentes! Hollow Knight: Silksong é um dos jogos indies mais aguardados dos últimos tempos, e a expectativa é enorme. Esses projetos mostram que, com criatividade e paixão, é possível criar experiências incríveis, mesmo sem um orçamento milionário.
Acho que a Juinio está certa em alertar sobre os riscos de focar apenas em jogos AAA. É importante ter esses blockbusters, que impulsionam a tecnologia e nos proporcionam experiências cinematográficas. Mas também precisamos de jogos menores, mais ousados, que nos surpreendam com novas ideias e mecânicas. O futuro dos games, na minha opinião, é um equilíbrio entre os dois. E você, o que acha?