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Remakes de Terror Tão Ruins que Assustam… de Vergonha!

  • outubro 16, 2025
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Sabe aquela sensação de calafrio que percorre a espinha quando anunciam um remake de um clássico do terror? Às vezes, a expectativa é alta, imaginando como a nova

Remakes de Terror Tão Ruins que Assustam… de Vergonha!

Sabe aquela sensação de calafrio que percorre a espinha quando anunciam um remake de um clássico do terror? Às vezes, a expectativa é alta, imaginando como a nova versão pode honrar o original e trazer novos sustos. Mas, como um jump scare mal executado, a realidade pode ser bem mais assustadora… pelos motivos errados! Prepare-se para revisitar alguns remakes que, em vez de nos aterrorizarem, nos fizeram questionar as escolhas de Hollywood. Será que algumas obras deveriam ser intocáveis? A resposta, meus caros, pode estar nos pesadelos que esses filmes nos proporcionaram.

“A Nightmare on Elm Street” (2010): Um Pesadelo Desnecessário

A refilmagem de “A Nightmare on Elm Street” é daquelas que te fazem perguntar: “Por quê?”. O original de Wes Craven é um clássico atemporal, e essa nova versão prova que nem tudo precisa ser revivido. A trama é a mesma: adolescentes sendo aterrorizados por Freddy Krueger em seus sonhos. Mas a execução… ah, a execução!

O filme tenta um tom mais sombrio e “realista”, mas o resultado é genérico, sem humor e, o pior de tudo, sem o carisma de Robert Englund como Freddy. Tentaram dar uma nova roupagem ao personagem, explorando seu passado de forma mais explícita. O problema é que, ao fazer isso, o tornaram menos assustador! Freddy Krueger funcionava justamente por ser um pesadelo inexplicável, uma força do mal que vinha do inconsciente.

As mortes são recicladas, os sustos são previsíveis e o design de produção é… sem graça. É como se tivessem pego todos os elementos que tornavam o original especial e jogado no lixo. Sinceramente, esse remake é tão esquecível que parece ter sido apagado da memória coletiva. Alguém aí se lembrava dele antes de ler este texto?

“Psycho” (1998): Uma Cópia Desalmada

“Psycho” é O clássico dos clássicos, e a ideia de refilmá-lo já era arriscada. Mas Hollywood, com sua ousadia (ou seria teimosia?), resolveu bancar a ideia. O resultado? Uma cópia quase quadro a quadro do original de Alfred Hitchcock, como um experimento cinematográfico com orçamento de estúdio.

O problema é que o original já era perfeito! A refilmagem não adiciona nada de novo: Marion Crane (Anne Heche) rouba dinheiro, foge e se hospeda no Bates Motel, administrado pelo perturbado Norman Bates (Vince Vaughn). A famosa cena do chuveiro, a trilha sonora icônica… tudo está lá, mas sem o impacto original.

A grande questão é: qual o propósito desse filme? Não há uma nova perspectiva, uma interpretação criativa, nada que justifique sua existência. É como assistir a uma encenação sem vida, com atuações piores e uma sensação de que todos estão presos em uma armadilha temporal. O resultado é constrangedor, não assustador. Essa versão de “Psycho” tenta ser uma homenagem, mas falha miseravelmente em entender o que realmente significa homenagear uma obra-prima.

Se você quer uma boa versão dessa história, sugiro assistir “Bates Motel”, a série que explora a juventude de Norman Bates de forma original e envolvente.

“The Wicker Man” (2006): Uma Comédia Não Intencional

Entre todos os remakes ruins, “The Wicker Man” se destaca como um exemplo de tudo que pode dar errado. O original é um filme de terror psicológico estranho, perturbador e inteligente, com uma tensão crescente que te deixa desconfortável. Mas a refilmagem… bem, a refilmagem é um desastre hilário.

A premissa é a mesma: um policial (Nicolas Cage, em um de seus papéis mais “peculiares”) investiga o desaparecimento de uma garota em uma ilha remota, onde encontra uma sociedade matriarcal com rituais pagãos. A ideia até que é interessante, mas a execução é um festival de atuações exageradas, roteiro incoerente e zero suspense.

O mistério se arrasta sem criar tensão, e o clímax, que deveria ser perturbador, é simplesmente ridículo. A cena em que Nicolas Cage grita “Not the bees!” (Não as abelhas!) se tornou um meme instantâneo, e resume perfeitamente o tom involuntariamente cômico do filme. Essa refilmagem é um lembrete de que alguns clássicos deveriam ser deixados em paz.

E você, qual remake de terror te fez passar mais vergonha alheia do que medo? Compartilhe sua opinião nos comentários!

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