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Marvel Nostalgia: 10 HQs Superestimadas que Não Envelheceram Bem

  • outubro 4, 2025
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Quem nunca se deixou levar pela nostalgia ao revisitar aquela HQ que marcou a infância ou adolescência? A Marvel, gigante dos quadrinhos, tem em seu catálogo obras que

Marvel Nostalgia: 10 HQs Superestimadas que Não Envelheceram Bem

Quem nunca se deixou levar pela nostalgia ao revisitar aquela HQ que marcou a infância ou adolescência? A Marvel, gigante dos quadrinhos, tem em seu catálogo obras que definiram gerações e moldaram o universo dos super-heróis como o conhecemos. Mas será que todas essas histórias resistiram ao teste do tempo? Prepare-se, porque hoje vamos revisitar alguns clássicos da Marvel que, convenhamos, talvez não sejam tão incríveis quanto a memória nos faz acreditar. Prepare-se para uma dose de opiniões ácidas e constatações que podem abalar suas convicções!

“Old Man Logan”: Um Futuro Distópico Cansado?

“Old Man Logan” é frequentemente citado como um clássico do Wolverine, mas será que merece toda essa fama? A trama, assinada por Mark Millar e Steve McNiven, nos transporta para um futuro sombrio onde os vilões triunfaram. Wolverine, atormentado por ter assassinado os X-Men sob o controle de Mysterio, assume uma postura pacifista e vive nas terras dominadas pelo Hulk. Contratado por Hawkeye para uma última missão, ele embarca em uma jornada cross-country em busca de dinheiro para pagar suas dívidas com a gangue Hulk.

Visualmente, “Old Man Logan” é um espetáculo, com a arte de McNiven criando um mundo brutal e desolador. No entanto, a história em si, apesar de bem construída, parece seguir um roteiro já batido. Lembra um pouco o filme “Os Imperdoáveis”, só que com o Wolverine no papel principal. É uma leitura agradável, mas talvez não mereça o status de obra-prima que muitos lhe atribuem.

“Spider-Verse”: Teia de Aranha Multiversal Genérica?

“Spider-Verse” ganhou notoriedade por pavimentar o caminho para as animações premiadas do Aranhaverso. Mas, sinceramente, a história em quadrinhos não é tão revolucionária quanto se proclama. Trata-se, essencialmente, de um “team-up” com diversas versões do Homem-Aranha, o que, convenhamos, já foi feito inúmeras vezes nos quadrinhos.

A saga tem seus momentos interessantes, como a introdução da Spider-Gwen, mas no geral, não reinventa a roda. Dan Slott, o roteirista, já entregou histórias bem mais memoráveis do Homem-Aranha, como “Superior Spider-Man” e “Spider-Island”.

“X of Swords”: A Espada da Discórdia em Krakoa

A fase de Krakoa representou um período fértil para os fãs dos X-Men, mas nem tudo foram flores. “X of Swords”, o primeiro grande crossover da era, dividiu opiniões. A trama coloca os mutantes de Krakoa contra os de Arakko, com as forças demoníacas de Amenth à espreita.

O problema é que a história sofre com um ritmo irregular. A primeira metade é arrastada e pouco envolvente, enquanto a segunda parte frustra as expectativas dos fãs que esperavam algo diferente. A empolgação inicial com a fase de Krakoa pode ter influenciado a percepção de alguns leitores, mas, em retrospecto, “X of Swords” não entrega tudo o que promete.

“Civil War”: Uma Guerra Civil Superestimada?

“Civil War” ocupa um lugar de destaque na história da Marvel nos anos 2000, mas sempre carregou consigo uma série de controvérsias. Para que a trama funcione, é necessário forçar a barra na caracterização de alguns personagens. Embora contenha cenas de ação memoráveis e reviravoltas impactantes, a história não é tão brilhante quanto aclamam.

O ciclo de eventos da Marvel envelheceu mal, e “Civil War” é um exemplo disso. A saga sempre terá um lugar importante na história da editora, mas uma releitura revela suas fragilidades.

“House of M”: A Casa da Desconexão?

“House of M” é outro evento marcante da Marvel nos anos 2000, que uniu X-Men e Vingadores para lidar com a insanidade da Feiticeira Escarlate. O resultado foi o surgimento de um novo mundo e a quase extinção dos mutantes. Escrita por Brian Michael Bendis e ilustrada por Olivier Coipel, a história se revela surpreendentemente entediante.

O ritmo é lento, a ação é quase inexistente ao longo de suas oito edições, e a saga causou danos duradouros aos quadrinhos dos X-Men. “House of M” surgiu no auge da popularidade de Bendis e foi aclamada na época, mas sempre foi uma HQ longa, mal ritmada e desinteressante.

Menções Honrosas: Nem Tudo que Reluz é Ouro

Outras histórias da Marvel que, apesar de sua popularidade, podem não ter envelhecido tão bem incluem:

* **X-Men (Vol. 2) #1-3:** Clássico que marcou a despedida de Chris Claremont dos X-Men, mas com um final anticlimático e pouca profundidade.
* **Secret Invasion:** A invasão secreta dos Skrulls, com ritmo irregular e reviravoltas forçadas.
* **”Breakout”:** O início da fase de Brian Michael Bendis nos Novos Vingadores, com problemas de ritmo e narrativa.
* **”Guardian Devil”:** Uma história do Demolidor escrita por Kevin Smith, com reviravoltas questionáveis e um final insatisfatório.
* **Infinity Gauntlet:** A saga de Thanos em busca das Joias do Infinito, com um início lento e um ritmo desequilibrado.

E você, concorda com a lista? Quais outras histórias da Marvel você acha que são superestimadas? Compartilhe sua opinião nos comentários!

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